O último torneio do qual participei foi no início do mês, torneio interno do clube, chave pequena.
Cheguei à final e perdi, vice-campeão.
Pelo menos levei um troféu e valeu a experiência. Sei que fui favorecido pois muitos jogadores bons não participaram.
Ao longo dos anos vim testando muitas alterações em detalhes técnicos dos golpes, achando que esse seria o caminho mais lógico e direto para jogar melhor e a maioria não deu em nada. Eu, na verdade, já desconfiava... Passar mais tempo em quadra e jogar com uma variedade maior de adversários me ensinou mais sobre meus golpes - igual aos rebatedores das academias que, mesmo sem muita instrução, acabam descobrindo o que funciona.
FH: mantive o grip semi-western, conservador. Preparação com a raquete alta, cotovelo longe do corpo, frequentemente em open stance, contato com o braço não totalmente esticado. Fletir os joelhos é essencial para ajuste da altura.
BH: continuo usando preferencialmente o slice. Mas tenho usado um pouco mais o spin, especialmente se tenho que me defender afastado da linha de base. Com slice é mais difícil.
Saque: esse é um golpe que refinei na base da tentativa e erro, testando exaustivamente modificações no grip, posição inicial dos pés, toss, etc... Ficou bastante funcional para torneios, considerando a consistência e a colocação. O chapado não é bom. Talvez nunca seja por causa da minha altura.
Grip: ligeiramente para BH
Posição dos pés: quase juntos, pouco movimento até o contato.
Toss: 11 horas para kick e 1h para slice.
Jogo de rede: continua muito ruim, mas estou tentando melhorar. O voleio no BH tenho feito com duas mãos, falta firmeza com uma só.
Raquete: Tecnifibre TF40 305g, 18 x 20. Tenho o par, uma encordoada @45 e outra @50 com 4G