Nos últimos jogos e treinos em paredão achei que os encordoamentos não estavam bons, a bola estava ficando mais na rede e andando menos.
Raquete I (TF 305g 18 x 20): 4G @ 50 lb
Raquete II (idem): Adrenaline @ 48 lb
Nos últimos jogos e treinos em paredão achei que os encordoamentos não estavam bons, a bola estava ficando mais na rede e andando menos.
Raquete I (TF 305g 18 x 20): 4G @ 50 lb
Raquete II (idem): Adrenaline @ 48 lb
Ultimamente tenho reparado na posição inicial dos pés para sacar. O pessoal da ATP frequentemente fica com os dois pés praticamente paralelos à linha de base, ao passo que eu costumo deixar o esquerdo mais apontado para frente.
Hoje testei ficar com os dois pés mais paralelos. Parece melhor.
SS
Uma nota para mim mesmo:
- O meu SS é mais incerto do lado da vantagem. É bom dar prioridade deste lado ao treinar.
- Mouratoglou já tinha me dito que uma causa muito frequente de dupla falta é o toss incorreto. Concordo. Testei hoje e o toss para SS que funciona melhor é o de 11 horas, caindo até um pouco atrás da cabeça. Dá para salvar um toss errado quando ele cai um pouco mais atrás. Salvar quando ele fica muito para frente não dá.
FH/BH
João Fonseca tem um grande FH, muito rápido e bonito de se ver. Mas até algum tempo atrás acabava exagerando e querendo acelerar bolas que não deveria, correndo riscos desnecessários. Eu entendo ele: para quem tem um martelo tudo parece prego.
Hoje tentei implementar na vida real o meu "novo" FH. Parece melhor para bater bolas altas, gerando mais spin e profundidade, mas não está calibrado para atacar as baixas e o timing ficou um pouco pior.
Devo ser mais seletivo e conservador ao acelerar o FH até me acostumar. Estou tentando martelar muita coisa que não é prego.
Fiz um treino de saque e paredão, depois de muito tempo.
FH
A ideia era consolidar a nova técnica, liderando a aceleração com o cotovelo. Isso funciona, mas, como qualquer alteração, leva um tempo até ficar consistente e confiável.
Depois de várias tentativas de padronização, revisei o check-list:
- Preparação com a raquete "em pé" ou pelo menos com a cabeça da raquete acima do nível do punho. Inclinar o ápice da raquete para frente pode melhorar (imagem 1 abaixo)
- Na fase final do backswing, a face raquete deve estar "fechada", ou seja, quase paralela ao solo (imagens 2 e 3)
Ajuda se fizer o FH no paredão em velocidade reduzida, com a raquete partindo da imagem 3 (sem fazer a preparação completa). Isso simplifica o aprendizado e vai dando noção do ponto de contato correto.
- O punho deve estar estendido e depois em desvio ulnar no início da aceleração.
- Liderar a aceleração com o cotovelo. Dá para bater também com o braço totalmente esticado, como o Alcaraz. Manter o cotovelo afastado do corpo (não bater com "jornal embaixo do braço").
Saque
Na tentativa de calibrar o segundo serviço, noto que o toss deve ser mais ou menos em cima da cabeça e não para dentro da quadra.

Atualmente sou eu quem faz mais duplas faltas nos jogos do meio da semana. Estou tentando me acostumar a acelerar um pouco mais tanto o primeiro como o segundo serviço mas não tem dado certo. Dupla falta é muito ruim. Fazer um ace não compensa se você dá muitos pontos de graça.
Talvez jogue um torneio no fim do mês que vem. Como "dever de casa" eu deveria calibrar principalmente o segundo serviço - que deve ser o saque padrão. Não compensa arriscar no saque durante torneios.
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No último torneio tive um jogo muito difícil com um senhor de uns 70 anos. Tive de jogar dois tie-breaks para vencer e fiquei com a impressão de que só ganhei porque ele cansou. É um padrão de jogo que eu já vi muitas vezes: não dá ponto de graça, usa balões frequentes e tem jogo de rede para aproveitar minhas bobeiras.
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Um ponto fraco no meu jogo é o BH muito defensivo, praticamente só slice. Os adversários tentam fazer uma primeira bola de approach profunda no meu BH para então subir à rede. O que tenho observado é que bater uma bola firme na direção do adversário na rede não costuma dar bom resultado pois ele só precisa bloquear com a raquete.
Opções que parecem melhor:
- Apesar de não confiar muito, tentar um BH com topspin (na cruzada ou paralela), priorizando deixá-la baixa, de preferência já na descendente ao cruzar a rede. Para isso, mentalizar o ápice da trajetória parabólica da bola mais ou menos na metade da própria quadra. Se for cruzar, mirar na junção da linha de saque com a linha lateral.
- Usar o BH slice cruzado com sidespin, também deixando a bola baixa e angulada. É uma bola parecida com o saque slice de canhoto no lado da vantagem. Já usei e funciona, mas não é fácil se for devolver uma bola baixa e veloz.
- Lob defensivo. Vai de balão mesmo.