sexta-feira, 15 de maio de 2026

Atualizações e percepções

     Atualmente sou eu quem faz mais duplas faltas nos jogos do meio da semana. Estou tentando me acostumar a acelerar um pouco mais tanto o primeiro como o segundo serviço mas não tem dado certo. Dupla falta é muito ruim. Fazer um ace não compensa se você dá muitos pontos de graça.

    Talvez jogue um torneio no fim do mês que vem. Como "dever de casa" eu deveria calibrar principalmente o segundo serviço - que deve ser o saque padrão. Não compensa arriscar no saque durante torneios.

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    No último torneio tive um jogo muito difícil com um senhor de uns 70 anos. Tive de jogar dois tie-breaks para vencer e fiquei com a impressão de que só ganhei porque ele cansou. É um padrão de jogo que eu já vi muitas vezes: não dá ponto de graça, usa balões frequentes e tem jogo de rede para aproveitar minhas bobeiras.

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      Um ponto fraco no meu jogo é o BH muito defensivo, praticamente só slice. Os adversários tentam fazer uma primeira bola de approach profunda no meu BH para então subir à rede. O que tenho observado é que bater uma bola firme na direção do adversário na rede não costuma dar bom resultado pois ele só precisa bloquear com a raquete.

      Opções que parecem melhor:

-  Apesar de não confiar muito, tentar um BH com topspin (na cruzada ou paralela), priorizando deixá-la baixa, de preferência já na descendente ao cruzar a rede. Para isso, mentalizar o ápice da trajetória parabólica da bola mais ou menos na metade da própria quadra. Se for cruzar, mirar na junção da linha de saque com a linha lateral.

- Usar o BH slice cruzado com sidespin, também deixando a bola baixa e angulada. É uma bola parecida com o saque slice de canhoto no lado da vantagem. Já usei e funciona, mas não é fácil se for devolver uma bola baixa e veloz.

-  Lob defensivo. Vai de balão mesmo.


Torneio de Março/26

  

   Joguei três partidas, perdi a última, a final. Foi um bom resultado mas não fiquei contente pelo que aconteceu na primeira rodada.

   No primeiro game do primeiro jogo, meu adversário estava sacando do lado da vantagem. Sacou e eu dei como bola fora. Era uma bola duvidosa e ele ficou claramente incomodado com minha marcação. Sei disso não porque reclamou e sim porque praticamente "entregou" o segundo game, devolvendo meus saques com raquetadas raivosas para fora. Jogamos os demais games e ele acabou perdendo.

   Talvez eu tenha errado na marcação daquele saque, mas eu sempre tento ser o mais correto possível - qual seria a graça de ganhar roubando os pontos? Em minha defesa: há alguns anos venho tendo alteração na visão do olho esquerdo, um microaneurisma perto da mácula, que distorce o campo visual e torna mais difícil a visâo noturna (o jogo era de noite). E se ele tivesse reclamado, possivelmente eu teria cedido o ponto ou permitido a repetição.

   Mas ficou nisso, um clima ruim até o fim da partida e meu adversário nem apareceu para jogar no dia seguinte, a repescagem. Não sei o real motivo da falta, mas imagino que deva ter ficado chateado com minha marcação e consequente perda do primeiro jogo. E isso também me deixou chateado. 

    A foto com o troféu conta apenas uma parte da história. Muitas vezes o que não se vê é aquilo que dá o real significado.

   

terça-feira, 14 de abril de 2026

Por que essa sensação de obrigação?

   

  Um dos poucos grandes prazeres que tenho hoje em dia é jogar tênis. Não que eu não tenha alegria em outras atividades, mas quem joga me entende...

   É estranho pois às vezes tenho preguiça de sair de casa e parece que tenho que fazer um esforço consciente para me deslocar até a quadra, como se fosse uma obrigação. Não era para ser puro prazer? 

  Talvez não funcione assim, talvez seja normal.

  O fato de nunca me arrepender de ter ido jogar é um bom sinal.



segunda-feira, 23 de março de 2026

Como estou jogando?

  O último torneio do qual participei foi no início do mês, torneio interno do clube, chave pequena. 

  Cheguei à final e perdi, vice-campeão. 

  Pelo menos levei um troféu e valeu a experiência. Sei que fui favorecido pois muitos jogadores bons não participaram.

   Ao longo dos anos vim testando muitas alterações em detalhes técnicos dos golpes, achando que esse seria o caminho mais lógico e direto para jogar melhor e a maioria não deu em nada. Eu, na verdade, já desconfiava... Passar mais tempo em quadra e jogar com uma variedade maior de adversários me ensinou mais sobre meus golpes - igual aos rebatedores das academias que, mesmo sem muita instrução, acabam descobrindo o que funciona.

   FH: mantive o grip semi-western, conservador. Preparação com a raquete alta, cotovelo longe do corpo, frequentemente em open stance, contato com o braço não totalmente esticado. Fletir os joelhos é essencial para ajuste da altura.

  BH: continuo usando preferencialmente o slice. Mas tenho usado um pouco mais o spin, especialmente se tenho que me defender afastado da linha de base. Com slice é mais difícil.

  Saque: esse é um golpe que refinei na base da tentativa e erro, testando exaustivamente modificações no grip, posição inicial dos pés, toss, etc... Ficou bastante funcional para torneios, considerando a consistência e a colocação. O chapado não é bom. Talvez nunca seja por causa da minha altura.

  Grip: ligeiramente para BH

  Posição dos pés: quase juntos, pouco movimento até o contato.

  Toss: 11 horas para kick e 1h para slice.

  Jogo de rede: continua muito ruim, mas estou tentando melhorar. O voleio no BH tenho feito com duas mãos, falta firmeza com uma só.

  Raquete: Tecnifibre TF40 305g, 18 x 20. Tenho o par, uma encordoada @45 e outra @50 com 4G

  


Aos leitores do blog

    Recentemente acessei o blog, depois de muito tempo, e fiquei surpreso ao ver que o número de visualizações havia aumentado - e muito. Uma postagem antiga agora tem 380. 

     Achei estranho pois fiquei anos sem novos leitores e não tenho divulgado o blog. Fico na dúvida se eles existem mesmo ou se é um erro do sistema. Se eles existem, são bastante discretos, não interagem.

    Fiquem à vontade para comentar.

    Em breve prometo atualizar como estou jogando.

    

domingo, 2 de novembro de 2025

Nova raquete TF40

 TF40 315

Cabeça: 98 sq.in

Peso: 315 g

Padrão: 16 x19

Equilíbrio: 31,0 cm

Empunhadura L2


Veio com Luxilon Adrenaline 1,30 @ 45. No primeiro dia achei o encordoamento um pouco duro, mas no segundo ficou muito bom. Joguei bem. Bom controle e bom feel, tanto no FH como BH.

Em relação à TF40 305, esta me dá mais confiança para bater o BH topspin. E o slice também sai controlado.

Saque: o peso adicional não incomoda.

O fato de ter especificações muito semelhantes à Pro Staff 6.0 parece fazer sentido.

Peso: 315 g
Equilíbrio: 31,0 cm/9 pts HL 
Cabeça: 95 sq.in.
Padrão de encordoamento: 16 x 18

segunda-feira, 8 de setembro de 2025

Torneio Mogi

 

Eu, Fino, Dadá, Mr, Mc e Jm

Perdemos o confronto, mas foi bom.

Percepções:

Ao devolver o saque, devo olhar mais a bola e menos o cara da rede. Como vou bater direito sem ver a bola?