2- Armar o cotovelo esquerdo para trás na preparação.
3- No final do backswing, a face da raquete está de frente para a grade do fundo da quadra. Isto é bem peculiar e funciona para mim, as fotos dos profissionais não mostram isso (no caso, a face da raquete fica mais oblíqua, voltada para cima).
4- A face da raquete passa por trás do corpo e acelera até o contato, braço esticado.
5- Terminação: hoje experimentei fechar mais a terminação. Parece importante pois deixa o punho relaxado e facilita o controle com topspin. Fica parecido com o BH do tênis de mesa.
Um cara do YT recomenda algo nesta direção: não dar ênfase à aceleração vertical (de baixo para cima) da cabeça da raquete (como se fosse um windshield wiper) e sim dar ênfase à extensão em direção ao alvo.
-----------------------------------------------
Assisti o vídeo de uma partida do Djoko x Fed filmado no nível da quadra.
Uma coisa que não se nota bem na filmagem convencional da TV é que o split step, especialmente na recepção do saque, é bem baixo e rápido.
----------------------------------------------------
Ainda sobre o BH:
Ao ser atacado no meu BH, se eu resolver usar o slice (como de costume), ao invés de ficar repetindo duas ou três vezes o mesmo golpe cruzado, é melhor pelo menos arriscar um na paralela, obrigando o adversário a se deslocar. O ideal é bater no máximo dois slices e partir para um topspin, como faz o Federer.


Nenhum comentário:
Postar um comentário