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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Estão acompanhando o Ausopen?

    Faz tempo que acompanho, pela TV,  o circuito de tênis profissional. Normalmente não torço para ninguém, quero apenas assistir a boas jogadas e observar as técnicas e estratégias da cada um. Mas por algum motivo (nem eu sei bem porquê), às vezes torço contra o Federer.

   Vejamos se me compreendo.

    Sim, Federer é provavelmente o maior tenista de todos os tempos e tem uma técnica impecável em todos os golpes. Sim, admiro muito a capacidade dele de lidar com a pressão e conseguir resultados. E de vez em quando vejo jogos antigos dele para aprender e apreciar. Mas aí, justamente nestes vídeos, fico vendo umas discussões sobre quem é o melhor tenista e aí vejo um desfile de baboseiras repetitivas sobre "Nadal baloeiro, empurrador de bola", "Djokovic falso e antipático", "domínio de fulano em uma Era fraca do tênis", "a chatice do tênis maratona", etc...E os fãs do Federer são bem irritantes. E as vitórias dele só aumentam o problema.

     Federer normalmente se comporta bem em quadra, não quebra raquete, não xinga. Mas tem um"c´mon" bradado com um tom meio arrogantão e no jogo do Nishikori ficou irritado como uma mocinha mimada devido ao "medical time out" - deu raquetada no lixo da bancada, jogou garrafinha de água para trás. Não parece uma atitude madura, não se espera isso de um cara tão experiente.

    Outra coisa que me irrita é ver a Mirka na arquibancada. Não a conheço e posso estar sendo injusto, mas ela parece chata além da conta. E quando Federer vence, ela volta na outra rodada para assistir...

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Como se tornar um matador de gigantes (primeiro, fuja do chinelo).


Para tentar ganhar de oponentes mais fortes, eu não posso jogar com as mesmas armas e estratégias que emprego com adversários do mesmo nível ou mais fracos. Normalmente vou perder, mas, se quiser ter alguma chance, devo usar principalmente a cabeça.

Antes de tudo, conhecer a si mesmo. Depois, o adversário. Aí, aplicar seus pontos fortes para atacar os fracos dele. Simples. Um problema é desenvolver um golpe que realmente pressione; outro é descobrir uma fraqueza que nem sempre é aparente. Além disso, esta fraqueza deve ser relevante para levar a uma real vantagem.

O que não devo nunca fazer é bater de frente e ficar medindo força. Se ficar marretando o FH acabo perdendo. Posso investir mais em colocação de bolas (mais profundas ou anguladas), variação de spin e toques de habilidade na rede. Há um longo caminho a percorrer, não tenho esse repertório hoje.

É possível ganhar de um adversário fisicamente mais forte e com golpes melhores? Difícil, mas parece possível, a julgar pelo que já experienciei. Cheguei a abrir 4/1 em cima de um jogador bem mais experiente e agressivo, aplicando ideias do Brad Gilbert (acabei levando uma virada, depois que o cara engrenou) - não sacar primeiro, ser conservador no início do jogo, não dar pontos de graça, testar pontos fracos. Ele não gostou muito do meu slice.

Mas tenho certeza de que já ganhei de caras que se acharam "gigantes" ao me encontrar, crendo que teriam um jogo fácil comigo, um tenista pequeno, magro e com golpes nada impressionantes. Quando estou num bom dia, viro uma barata cascuda difícil de matar na base da chinelada.

                                                            Mais ou menos assim

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Se...

Qual é a importância do tênis hoje na minha vida?

É um esporte que aprecio e atualmente ocupa boa parte do meu tempo livre.

Passo bastante tempo pensando nele e, com o blog, ainda mais.

E se tivesse de, por algum motivo, parar de jogar?

Eu sei a resposta: não iria sofrer muito nem por muito tempo.

Os meses que passei sem jogar por causa das costas passaram sem maiores sufocos. Acho que me adaptaria bem. Na vida, nos acostumamos a muita coisa. Para o bem e para o mal.