Fui ao sítio treinar sozinho.
Raquetes 1) Pure Drive antiga
2) Pure Drive nova
3) Pro Staff 95
Consegui treinar a contento todos os golpes com todas as raquetes.
FH: A preparação deve ser como faz Lin e Agassi (vide post anterior).
Dá para manter o resto como sempre fiz. A aceleração tipo Lin também parece funcionar.
A preparação com raquete em pé pode existir para golpear bola mais alta usando topspin.
Stance: experimentei um neutro, estilo tênis de mesa, pé esquerdo um pouco à frente, mas apontado para frente e não fechado.
BH: Preparação com raquete em pé, face apontada para trás (usar a mão esquerda para orientar).
Saque:
O chapado (continental) tem baixa porcentagem de sucesso atualmente (abaixo de 50%) e deve ser usado com muita parcimônia.
Os saques com empunhadura de esquerda tem todos boa porcentagem e posso ser um pouco mais agressivo do que tenho sido -usar mais velocidade e/ou mais ângulo (% de sucesso cerca de 2 em 3).
Treino de colocação de bola nas esquinas:
O FH direcionado para fora (canto esquerdo do adversário) costuma ficar muito curto ou sair na lateral. Mirar mais fundo e um pouco mais central.
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sexta-feira, 28 de abril de 2017
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Sacando como Wawrinka e não Federer
Domingo resolvi mudar um pouco a mecânica do saque, levando os braços mais para cima durante o toss e de modo mais simétrico, estilo Wawrinka.
Compare com o Federer:
É só ver em qualquer video do YouTube. O tempo de elevação dos braços é claramente mais assimétrico no saque do Federer e a mão direita não ultrapassa a altura da cabeça, ao contrário do Wawrinka.
O estilo Wawrinka parece melhor no meu caso pois facilita a volta que a raquete faz por trás do corpo antes do contato. No estilo Federer, o braço fica muito encolhido e é mais difícil de acelerar.
quinta-feira, 30 de março de 2017
Como derrotar um moonballer?
Provavelmente enfrentarei em breve um "moonballer", um jogador que manda bolas com topspin, bem altas sobre a rede e com pouca velocidade. A princípio não parece ameaçador, mas com esse estilo conseguiu derrotar muita gente na base da consistência, pois erra muito pouco e cobre bem a quadra.
Na verdade, eu ainda tenho um estilo parecido, baseado na consistência. O que faço um pouco diferente é, de vez em quando, ser mais agressivo na linha de base e usar o BH slice para depois me aproximar da rede.
Olhando alguns fóruns de tênis, essa questão de derrotar alguém cujo principal atributo é não errar é bem frequente. Muita gente não gosta deste tipo de jogo e sempre dão dicas parecidas: subir mais à rede ou atrair o oponente para a rede. Em tese, isso obriga o moonballer a sair de sua zona de conforto.
Pensando um pouco nas minhas próprias derrotas, o que aconteceu?
Mr Fugu: usou BH slice agressivo direcionado para meu FH e eu repetidamente acertei a rede.
Ele foi bem seletivo para subir à rede e quando subiu, foi eficaz.
Dr. Gui: tinha um bom saque (errei muitas devoluções) e insistiu no jogo de rede, mesmo levando umas passadas e vários lobs.
Outros oponentes que me derrotaram com facilidade usaram bolas velozes que me mantiveram sempre na defesa.
Acho que é isso. Devo entrar em quadra pronto para ser paciente em longas trocas de bola, devo usar o BH slice de modo agressivo e subir à rede seletivamente, sem desanimar com eventuais passadas e lobs.
Na verdade, eu ainda tenho um estilo parecido, baseado na consistência. O que faço um pouco diferente é, de vez em quando, ser mais agressivo na linha de base e usar o BH slice para depois me aproximar da rede.
Olhando alguns fóruns de tênis, essa questão de derrotar alguém cujo principal atributo é não errar é bem frequente. Muita gente não gosta deste tipo de jogo e sempre dão dicas parecidas: subir mais à rede ou atrair o oponente para a rede. Em tese, isso obriga o moonballer a sair de sua zona de conforto.
Pensando um pouco nas minhas próprias derrotas, o que aconteceu?
Mr Fugu: usou BH slice agressivo direcionado para meu FH e eu repetidamente acertei a rede.
Ele foi bem seletivo para subir à rede e quando subiu, foi eficaz.
Dr. Gui: tinha um bom saque (errei muitas devoluções) e insistiu no jogo de rede, mesmo levando umas passadas e vários lobs.
Outros oponentes que me derrotaram com facilidade usaram bolas velozes que me mantiveram sempre na defesa.
Acho que é isso. Devo entrar em quadra pronto para ser paciente em longas trocas de bola, devo usar o BH slice de modo agressivo e subir à rede seletivamente, sem desanimar com eventuais passadas e lobs.
terça-feira, 28 de março de 2017
O que estou tentando mudar no FH
O que o FH do Agassi, do Sampras e do B. Agut tem em comum? A primeira vista, quase nada, são jogadores de estilos diferentes. Eu mesmo nunca tinha reparado elementos comuns entre eles.
1) Olhando os videos dos golpes e lendo a respeito, o que percebi foi primeiramente que o grip é praticamente o mesmo (eastern/semiwestern), ou seja, bem conservador se comparado com a maioria dos jogadores atuais.
2) No fim do backswing, não existe o "pat the dog", momento em que a face da raquete fica paralela ao solo. O "pat" é bem evidente no FH do Federer, por exemplo.
3) A terminação do FH é sempre alta, na altura do ombro.
1) Olhando os videos dos golpes e lendo a respeito, o que percebi foi primeiramente que o grip é praticamente o mesmo (eastern/semiwestern), ou seja, bem conservador se comparado com a maioria dos jogadores atuais.
2) No fim do backswing, não existe o "pat the dog", momento em que a face da raquete fica paralela ao solo. O "pat" é bem evidente no FH do Federer, por exemplo.
3) A terminação do FH é sempre alta, na altura do ombro.
Meu FH sempre teve os dois primeiros elementos. A impressão é que o que falta agora é implementar a terminação alta ao invés do meu tradicional "windshield wiper" com terminação para baixo - esse golpe até pode ser executado, mas não deve ser o padrão.
O que tenho sentido de diferença entre as terminações ao testá-las esses dias é que a terminação alta dá um contato mais sólido com a bola e é mais fácil gerar spin com controle. Mas isso é muito incipiente. Ao longo das próximas semanas veremos se é só uma teoria bonitinha ou se realmente é o que falta para melhorar o FH.
Sampras, Agassi, B. Agut. Se eu tiver um FH que ao menos se pareça um pouco com qualquer de um deles, já estarei satisfeito.
quarta-feira, 22 de março de 2017
Progresso (ou retrocesso) relativo
Segunda-feira treinei com uns caras que batem forte. Cometi o erro de começar com a Six.One e acabei jogando bem pior que o normal. Troquei pela Pure Drive no meio do treino mas não deu muito certo, acho que minha confiança já estava abalada.
Se serve de consolo, para avaliação do nível de um tenista pelo NTRP, existe uma norma que diz que tal avaliação deve ser feita jogando com parceiros aproximadamente do mesmo nível . Sei que jogo pior contra tenistas avançados.
Mesmo assim, frustrante. Fiquei decepcionado especialmente com o FH, batido sem controle nenhum.
FH : testar bater mais longe do corpo (para evitar elevação do ombro dominante) e terminação mais alta, junto ao ombro.
BH topspin: parece que está progredindo.
Se serve de consolo, para avaliação do nível de um tenista pelo NTRP, existe uma norma que diz que tal avaliação deve ser feita jogando com parceiros aproximadamente do mesmo nível . Sei que jogo pior contra tenistas avançados.
Mesmo assim, frustrante. Fiquei decepcionado especialmente com o FH, batido sem controle nenhum.
FH : testar bater mais longe do corpo (para evitar elevação do ombro dominante) e terminação mais alta, junto ao ombro.
BH topspin: parece que está progredindo.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
Confie no seu jogo e solte o braço
Treinei hoje na academia com Rod e T.G., usando a Pure Drive. Aliás, tenho usado essa raquete há algumas semanas como primeira opção. Joguei particularmente bem. Consegui até winner de BH topspin, batido com velocidade e precisão.
Acho que é isso. Tenho os fundamentos mas preciso confiar mais nos golpes que já tenho. Sem confiança e batendo com o braço duro, a bola não anda, não pega spin e não há controle. Devo aceitar que errarei um pouco mais por acelerar o jogo, mas é o único jeito de evoluir.
Outra coisa para pensar: se já tenho os fundamentos, porque continuo errando bolas que não deveria? Além da confiança, preciso melhorar a escolha do golpe (intimamente ligado a um julgamento mais rápido da bola que se aproxima - onde vai pingar, com qual spin e a que altura e velocidade) e o posicionamento. Tenho um péssimo hábito de bater a bola e ficar olhando, ao invés de recuperar a posição em quadra.
Acho que é isso. Tenho os fundamentos mas preciso confiar mais nos golpes que já tenho. Sem confiança e batendo com o braço duro, a bola não anda, não pega spin e não há controle. Devo aceitar que errarei um pouco mais por acelerar o jogo, mas é o único jeito de evoluir.
Outra coisa para pensar: se já tenho os fundamentos, porque continuo errando bolas que não deveria? Além da confiança, preciso melhorar a escolha do golpe (intimamente ligado a um julgamento mais rápido da bola que se aproxima - onde vai pingar, com qual spin e a que altura e velocidade) e o posicionamento. Tenho um péssimo hábito de bater a bola e ficar olhando, ao invés de recuperar a posição em quadra.
domingo, 15 de janeiro de 2017
Domingo é dia de jogar
Pelo menos foi o caso hoje. Joguei com Doc e Poloman, todos contra todos, individual, usando a BLX customizada, que continua a decepcionar, e a Pure Drive. Ganhei os quatro sets que disputei, dois com cada oponente. Dei uma bicicleta no Poloman mas sofri um pouco com Doc (6/2 e 6/4).
A estratégia de esperar o BH cruzado do Doc deu certo. Ainda que não tenha ganho muitos pontos diretos com a estratégia, fiquei melhor posicionado nos rallies, sem me preocupar em cobrir a paralela. E hoje meu slice BH foi vencedor, errei muito pouco.
Ainda preciso descobrir o que há de errado com minha devolução de saque com o FH.
Poloman, destro, OHBH, grande e forte mas ainda precisa errar menos. E o saque ainda é muito incerto. Por enquanto não preciso bolar uma estratégia específica para ele.
A estratégia de esperar o BH cruzado do Doc deu certo. Ainda que não tenha ganho muitos pontos diretos com a estratégia, fiquei melhor posicionado nos rallies, sem me preocupar em cobrir a paralela. E hoje meu slice BH foi vencedor, errei muito pouco.
Ainda preciso descobrir o que há de errado com minha devolução de saque com o FH.
Poloman, destro, OHBH, grande e forte mas ainda precisa errar menos. E o saque ainda é muito incerto. Por enquanto não preciso bolar uma estratégia específica para ele.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
Ano Novo, surpresas do lado negativo?
Telangiectasias perimaculares no olho esquerdo. Será que é essa a explicação para ter jogado tão mal no último dia do ano (3 sets a 0 para Doc)? De fato, minha visão parece ter piorado nas últimas semanas. Prioridade: cuidar da saúde neste início de ano.
...
Doc, meu amigo e tenista em evolução. Destro, OHBH, veloz e cada vez mais consistente.
Começamos a jogar há pouco mais de um ano e no início eu costumava ganhar sem perder sets.
Hoje estamos muito mais equilibrados.
Uma grande qualidade é a habilidade que ele tem de manter a profundidade dos golpes mesmo quando pressionado, tanto no FH como no BH, coisa que eu não consigo com tanta frequência.
Pontos fracos: o BH slice ainda é instável e o BH topspin é previsivelmente cruzado. O problema é que não criei um jeito eficaz de explorar estas deficiências.
Poderia testar:
(1) Bato um FH cruzado seguido de (2) FH/BH dirigido para o lado esquerdo do Doc, para provocar um BH cruzado, que é a bola preferida dele.
(3) Já fico esperando mais para o lado esquerdo, dando tempo para fugir do meu BH e atacar com um FH inside-in (na paralela).
...
Doc, meu amigo e tenista em evolução. Destro, OHBH, veloz e cada vez mais consistente.
Começamos a jogar há pouco mais de um ano e no início eu costumava ganhar sem perder sets.
Hoje estamos muito mais equilibrados.
Uma grande qualidade é a habilidade que ele tem de manter a profundidade dos golpes mesmo quando pressionado, tanto no FH como no BH, coisa que eu não consigo com tanta frequência.
Pontos fracos: o BH slice ainda é instável e o BH topspin é previsivelmente cruzado. O problema é que não criei um jeito eficaz de explorar estas deficiências.
Poderia testar:
(1) Bato um FH cruzado seguido de (2) FH/BH dirigido para o lado esquerdo do Doc, para provocar um BH cruzado, que é a bola preferida dele.
(3) Já fico esperando mais para o lado esquerdo, dando tempo para fugir do meu BH e atacar com um FH inside-in (na paralela).
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Atualização de fim de ano
Como tenho jogado melhor com a Pure Drive, especialmente por causa do FH, preciso achar um jeito de bater o BH topspin com mais consistência com ela. A testar: empunhadura mais curta (apenas um ou dois centímetros acima da extremidade) e preparação com a cabeça da raquete mais alta, estilo Gasquet - pelo menos meia cabeça (da raquete) acima da cabeça (a minha).
Ainda penso em dar uma chance para a Prostaff - quem sabe ainda não dou um jeito no FH. O segundo serviço, com ela, consigo colocar com facilidade. E o BH topspin continua sendo o melhor.
Acabei de assistir um video antigo Federer x Michael Chang (AO 2002). O Federer devolveu várias vezes o serviço com BH slice na paralela, tanto no Ad como no Deuce, subindo à rede em seguida. É uma jogada que quero desenvolver. Como complemento, preciso melhorar na rede, especialmente o smash.
Ainda penso em dar uma chance para a Prostaff - quem sabe ainda não dou um jeito no FH. O segundo serviço, com ela, consigo colocar com facilidade. E o BH topspin continua sendo o melhor.
Acabei de assistir um video antigo Federer x Michael Chang (AO 2002). O Federer devolveu várias vezes o serviço com BH slice na paralela, tanto no Ad como no Deuce, subindo à rede em seguida. É uma jogada que quero desenvolver. Como complemento, preciso melhorar na rede, especialmente o smash.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
Como se tornar um matador de gigantes (primeiro, fuja do chinelo).
Para tentar ganhar de oponentes mais fortes, eu não posso jogar com as mesmas armas e estratégias que emprego com adversários do mesmo nível ou mais fracos. Normalmente vou perder, mas, se quiser ter alguma chance, devo usar principalmente a cabeça.
Antes de tudo, conhecer a si mesmo. Depois, o adversário. Aí, aplicar seus pontos fortes para atacar os fracos dele. Simples. Um problema é desenvolver um golpe que realmente pressione; outro é descobrir uma fraqueza que nem sempre é aparente. Além disso, esta fraqueza deve ser relevante para levar a uma real vantagem.
O que não devo nunca fazer é bater de frente e ficar medindo força. Se ficar marretando o FH acabo perdendo. Posso investir mais em colocação de bolas (mais profundas ou anguladas), variação de spin e toques de habilidade na rede. Há um longo caminho a percorrer, não tenho esse repertório hoje.
É possível ganhar de um adversário fisicamente mais forte e com golpes melhores? Difícil, mas parece possível, a julgar pelo que já experienciei. Cheguei a abrir 4/1 em cima de um jogador bem mais experiente e agressivo, aplicando ideias do Brad Gilbert (acabei levando uma virada, depois que o cara engrenou) - não sacar primeiro, ser conservador no início do jogo, não dar pontos de graça, testar pontos fracos. Ele não gostou muito do meu slice.
Mas tenho certeza de que já ganhei de caras que se acharam "gigantes" ao me encontrar, crendo que teriam um jogo fácil comigo, um tenista pequeno, magro e com golpes nada impressionantes. Quando estou num bom dia, viro uma barata cascuda difícil de matar na base da chinelada.
Mais ou menos assim
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
Condicionamento físico e lesões
Não faço um preparo físico específico para o tênis. Ultimamente tenho feito um pouco de musculação geral, com pouca carga, e uma parte aeróbica (esteira ou bicicleta).
Durante a faculdade eu costumava fazer corridas de longa distância (5 a 10 km) e aprendi com o técnico da equipe alguma coisa sobre estratégias de preparo (periodização) e treinos específicos de reforço muscular e coordenação. Mas esse conhecimento pouco se aplica agora. O esforço no tênis é mais de explosão, com corridas curtas. E no final, conta muito é habilidade, estratégia e a parte mental/emocional.
Nos últimos anos não tenho sofrido com contusões, mas às vezes sinto desconforto na região lombar baixa. Aprendi uns exercícios na fisioterapia e tenho feito em casa (ponte, prancha, alongamentos).
Um sinal físico de que ainda não tenho horas de tênis o bastante é que meus braços ainda são muito simétricos...
Durante a faculdade eu costumava fazer corridas de longa distância (5 a 10 km) e aprendi com o técnico da equipe alguma coisa sobre estratégias de preparo (periodização) e treinos específicos de reforço muscular e coordenação. Mas esse conhecimento pouco se aplica agora. O esforço no tênis é mais de explosão, com corridas curtas. E no final, conta muito é habilidade, estratégia e a parte mental/emocional.
Nos últimos anos não tenho sofrido com contusões, mas às vezes sinto desconforto na região lombar baixa. Aprendi uns exercícios na fisioterapia e tenho feito em casa (ponte, prancha, alongamentos).
Um sinal físico de que ainda não tenho horas de tênis o bastante é que meus braços ainda são muito simétricos...
Esse é canhoto!
sábado, 10 de dezembro de 2016
Temporada 2017
Nos últimos anos tenho seguido um mesmo roteiro: aula durante a semana, jogos informais nos finais de semana e dois torneios anuais (o da academia no primeiro semestre e o do clube de campo no segundo). Provavelmente manterei este esquema em 2017.
O que acredito que poderia me ajudar a evoluir seria jogar o "ranking" da academia. São jogos semanais com oponentes variados, em melhor de 3 sets (o último, um tie breaker de 10 pontos).
Os colegas que jogam tiveram uma evolução visível. Outra vantagem é que é um meio relativamente barato de ter mais horas de quadra.
Falando em verbas, houve um tempo em que frequentei as quadras do parque Villa Lobos, que são públicas e até que bem cuidadas. O problema é que elas são cheias e, como em qualquer lugar, tem umas panelinhas que se acham donas do pedaço. Mas também tive jogos agradáveis com outros frequentadores esporádicos.
Jogar torneios tem certa graça para mim, é como se eu experimentasse um pouco a sensação de ser um "touring pro". O problema é que fico nervoso antes das partidas, mesmo sabendo que não valem nada. Tenho me controlado melhor nos últimos tempos.
Uma coisa óbvia : nunca julgue seu oponente pela aparência. É óbvio mas difícil na prática. Num dos torneio, ao chegar na quadra, vi o adversário e minha primeira reação, medular, foi pensar que a partida seria fácil - o cara era bem gordo e meio velho. Mas depois raciocinei: se ele chegou até aqui, é porque tem alguma habilidade que impede os oponentes de explorar a sua clara falta de mobilidade. Dito e feito, perdi em sets diretos - ele era bem habilidoso e usava slices agressivos para comandar os pontos. Quando acuado, ele dava uns balões cheios de topspin, para dar tempo de se reposicionar.
O que acredito que poderia me ajudar a evoluir seria jogar o "ranking" da academia. São jogos semanais com oponentes variados, em melhor de 3 sets (o último, um tie breaker de 10 pontos).
Os colegas que jogam tiveram uma evolução visível. Outra vantagem é que é um meio relativamente barato de ter mais horas de quadra.
Falando em verbas, houve um tempo em que frequentei as quadras do parque Villa Lobos, que são públicas e até que bem cuidadas. O problema é que elas são cheias e, como em qualquer lugar, tem umas panelinhas que se acham donas do pedaço. Mas também tive jogos agradáveis com outros frequentadores esporádicos.
Jogar torneios tem certa graça para mim, é como se eu experimentasse um pouco a sensação de ser um "touring pro". O problema é que fico nervoso antes das partidas, mesmo sabendo que não valem nada. Tenho me controlado melhor nos últimos tempos.
Uma coisa óbvia : nunca julgue seu oponente pela aparência. É óbvio mas difícil na prática. Num dos torneio, ao chegar na quadra, vi o adversário e minha primeira reação, medular, foi pensar que a partida seria fácil - o cara era bem gordo e meio velho. Mas depois raciocinei: se ele chegou até aqui, é porque tem alguma habilidade que impede os oponentes de explorar a sua clara falta de mobilidade. Dito e feito, perdi em sets diretos - ele era bem habilidoso e usava slices agressivos para comandar os pontos. Quando acuado, ele dava uns balões cheios de topspin, para dar tempo de se reposicionar.
Cuidado com o veneno.
sábado, 3 de dezembro de 2016
O árduo caminho da evolução.
Como já contei, voltei a jogar tênis há cerca de 4 anos, tendo aulas em uma academia perto de casa.
Depois de um ano de treinos arrisquei jogar o torneio interno da academia, no nível intermediário - perdi no terceiro jogo. Desde então tenho jogado esse mesmo torneio e a cada edição sinto que evoluí um pouco. No último torneio cheguei às semi-finais.
A evolução que percebo ao longo destes anos é mais na consistência, em conseguir manter a troca de bolas. Esta é uma habilidade básica fundamental. Agora eu gostaria de desenvolver outras armas, principalmente para deixar os pontos mais curtos.
Em busca de soluções, visitei uma infinidade de sites e videos em busca de dicas e ideias. Tem bastante coisa interessante no YouTube. Só que a implementação dessas ideias é problemática - algumas são simplesmente ruins, outras são soluções parciais que não corrigem o golpe como um todo. Coisas como mudança de empunhadura, o formato da preparação do FH ou a rotação do tronco no FH.
Ultimamente andei pensando nos meninos que trabalham nas quadras como pegadores de bola e acabam virando rebatedores. Alguns são muito bons, com golpes eficientes. E a maioria não teve grande instrução de professores ou filosofaram profundamente a respeito da pronação do antebraço no saque. Eles simplesmente vão e batem na bolinha. Com força.
Penso que a vantagem deles é começar cedo (não mais meu caso) e ter muito tempo de quadra.
Passar muito tempo praticando, mesmo sem instrução, deve ter seus benefícios - o próprio corpo percebe o que funciona no jogo.
Quanto tempo de quadra é necessário para alcançar a excelência? Malcolm Gladwell tem uma resposta (10.000 horas). Será?
Artin Elmayan, 95 anos em 2012
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