Joguei hoje com a Pro Staff 6.0 e a Six.One (antiga).
Tive um pouco de dificuldade para sacar com a Pro Staff.
A Six.One parece dar mais controle nos golpes de fundo (a bola não sai mesmo golpeando com força, ao contrário da Pure Drive) e o "feel" dela é muito bom. O saque com spin também é bem controlável.
Devo dar uma chance à ela no Ranking.
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domingo, 25 de junho de 2017
quarta-feira, 3 de maio de 2017
Nova raquete número um?
Treinei hoje com a Pure Drive nova e o resultado foi bom.
FH com bom controle, BH slice agressivo. Só faltou um pouco de BH topspin.
Depois do treino resolvi tirar o grip original que já estava úmido e troquei por dois overgrips do Sampras. Coloquei o chumbo com silicone que estava na outra raquete e deixei o equilíbrio em 32 cm.
Não sei se vai dar tempo de testar antes, mas minha ideia é usá-la já no próximo jogo.
FH com bom controle, BH slice agressivo. Só faltou um pouco de BH topspin.
Depois do treino resolvi tirar o grip original que já estava úmido e troquei por dois overgrips do Sampras. Coloquei o chumbo com silicone que estava na outra raquete e deixei o equilíbrio em 32 cm.
Não sei se vai dar tempo de testar antes, mas minha ideia é usá-la já no próximo jogo.
sábado, 29 de abril de 2017
Customização da Pure Drive
A Pure Drive antiga, minha raquete número 1, está customizada com chumbo no cabo (não sei quantos gramas, cortei um pedaço de chumbo de pesca e coloquei com silicone). O equilíbrio passou de 33 cm para 31 cm.
Comprei uma Pure Drive nova e acabei de fazer o mesmo, mas o chumbo só deu para levar a 32 cm. Penso também em tirar o grip original para deixar mais fino (é L3 e o ideal me parece L2).
Comprei uma Pure Drive nova e acabei de fazer o mesmo, mas o chumbo só deu para levar a 32 cm. Penso também em tirar o grip original para deixar mais fino (é L3 e o ideal me parece L2).
domingo, 16 de abril de 2017
Imitando o PWS da Wilson
Vou testar esses dias uma nova customização da Yonex DR98: 8g distribuídos às 3 e 9 horas, tirando o que tinha às 12 horas e centralizando mais as fitas (elas estavam posicionadas um pouco mais para o cabo). Isso imita o PWS bump da Wilson.
Testei aqui em casa com a bola de espuma e parece funcionar. Agora é necessário jogar com a bolinha oficial em quadra.
O equilíbrio ficou em 32 cm (cabeça mais leve do que a Pure Drive, de 33 cm).
Testei aqui em casa com a bola de espuma e parece funcionar. Agora é necessário jogar com a bolinha oficial em quadra.
O equilíbrio ficou em 32 cm (cabeça mais leve do que a Pure Drive, de 33 cm).
quinta-feira, 23 de março de 2017
Mais uma tentativa com a Yonex DR98
Joguei ontem com a Yonex mais uma vez. Consegui uns BH topspin bons e o FH saiu razoável.
Desta vez joguei com a customização antiga (4g total de chumbo às 3 e 9 horas e 2g às 12 horas).
No site da Tennis Warehouse, um cara customizou com mais chumbo ainda, sendo que às 12 horas tinha 6g.
Coloquei 2g às 6 horas, aumentando o peso estático e deixando o equilíbrio em cerca de 31,5 cm (original é 31 cm, ou seja, agora ela está mais cabeça pesada).
Em tese, a raquete despolarizada é melhor para quem bate chapado, melhorando a estabilidade.
Experimentei colocar 2g extras às 12 horas mas pareceu ficar muito pesada (impressão em casa apenas, não cheguei a bater bola).
Agora é testar.
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
Wilson Six.One antiga e a dificuldade para trocar bolas velozes
Treinei ontem com a Six.One antiga e novamente percebi como tenho dificuldade de gerar potência com ela quando jogo com alguém que bate forte - estou sempre um pouco atrasado e a aceleração da raquete é mais lenta. No caso, fiquei trocando cruzadas com meu professor.
Consigo jogar com essa raquete contra meus oponentes de fim de semana, de golpes mais lentos - Doc, Leo. Mas durante as aulas, quando enfrento Rod (grande OHBH) e o rebatedor Lin (FH nível primeira classe), percebo que tenho melhor resultado com a Pure Drive.
Ainda ontem, aqueci com a Yonex DR98, sem o chumbo extra do treino anterior. Um lembrete para mim, quando utilizá-la: no FH, o sweetspot parece mais perto do cabo do que nas outras raquetes.
Six.One antiga
Ainda ontem, aqueci com a Yonex DR98, sem o chumbo extra do treino anterior. Um lembrete para mim, quando utilizá-la: no FH, o sweetspot parece mais perto do cabo do que nas outras raquetes.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
Customização da Wilson BLX Surge
Coloquei fitas de chumbo às 3 e 9 horas na cabeça da raquete (2g em cada posição) e joguei ontem com a BLX. O FH melhorou, mas não o suficiente, frequentemente tive dificuldade de aprofundar a bola. Mas o que mais me impressionou foi o BH topspin - acertei pelo menos uns 4 winners na paralela, coisa que normalmente acontece uma vez por ano...
No site da Tennis Warehouse tem informações interessantes a respeito de customização.
Ainda vou testar a BLX com mais às peso às 12 horas para ver se o FH anda mais, sem prejudicar o resto. O peso total da raquete ficaria então 285g, havendo espaço ainda para um contrapeso no cabo, se for o caso.
No site da Tennis Warehouse tem informações interessantes a respeito de customização.
Ainda vou testar a BLX com mais às peso às 12 horas para ver se o FH anda mais, sem prejudicar o resto. O peso total da raquete ficaria então 285g, havendo espaço ainda para um contrapeso no cabo, se for o caso.
Coloquei um grip novo também.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
Customização da Yonex DR98
Esse post é curto.
Aumentei o peso com fitas de chumbo de um grama às 3 e 9 horas (ela já tinha dois gramas nestas posições, além de dois gramas às 12 horas), de modo que o equilíbrio ficou em cerca de 32 cm (cabeça mais leve do que a Pure Drive, porém mais pesada que a Prostaff e a Six.One).
A sensação é que a raquete continua não dando bom contato com a bola e agora estou batendo mais atrasado por causa do peso estático mais alto.
Esta é a DR98. Não consigo jogar com ela.
Aumentei o peso com fitas de chumbo de um grama às 3 e 9 horas (ela já tinha dois gramas nestas posições, além de dois gramas às 12 horas), de modo que o equilíbrio ficou em cerca de 32 cm (cabeça mais leve do que a Pure Drive, porém mais pesada que a Prostaff e a Six.One).
A sensação é que a raquete continua não dando bom contato com a bola e agora estou batendo mais atrasado por causa do peso estático mais alto.
Esta é a DR98. Não consigo jogar com ela.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
A raquete perfeita
Não existe. Essa aí é a do Federer (experimentei e achei pesada demais).
Atualmente tenho jogado melhor com a Babolat Pure Drive, considerada pejorativamente por alguns uma "crutch racquet" - que dá uma vantagem quase indevida à jogadores medianos. Talvez seja verdade mas é preciso reconhecer que o fabricante fez um bom trabalho ao conseguir criar uma raquete tão fácil de usar e, por consequência, tão popular.
Gosto muito da Six.One quando jogo no ataque, mas com ela, atualmente, tenho dificuldade em pressionar oponentes que batem mais forte. Preciso estar constantemente bem posicionado e fazer o swing completo.
Seria muito bom se eu desenvolvesse um saque veloz, aliado a approachs agressivos e voleios, para encurtar os pontos e evitar trocas de bola no fundo. Poderia usar a Prostaff, imitando o Edberg, que tinha um FH considerado fraco para um profissional.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
Head Speed Pro Graphene e Yonex Ezone DR 98
Peso: 315 g
Equilíbrio: 31 cm
Cabeça: 100 sq.in.
Padrão de encordoamento: 18 x 20
Peso: 310 g
Equilíbrio: 31 cm
Cabeça: 98 sq.in.
Padrão de encordoamento: 16 x 19
Resolvi deixar as duas no mesmo post pois são as mais novas aquisições e ainda não tenho um veredito definitivo a respeito delas. As duas foram compradas já com base nas experiências passadas e achei que as especificações técnicas se encaixariam no meu jogo.
São raquetes de cabeça leve porém maiores (98 e 100 sq.in) que a Prostaff.
São raquetes mais pesadas que a BLX Surge, mas mais leves em relação às Six.One.
Mas não me adaptei à elas, especialmente para o FH. Parece que não dão um bom contato e a bola não anda.
Em relação à Yonex, eu já sei que é por ser uma raquete de pouca massa com cabeça leve demais (ao acrescentar chumbo às 3,9 e 12 horas na cabeça, o FH e outros golpes melhoraram).
A Speed Pro ainda é um mistério, alguns adoram a raquete. Eu não.
O pior é que eu paguei o preço "cheio" nas duas.
Wilson Six.One 95
Peso: 332 g
Equilíbrio: 30.5 cm/12 pts HL
Cabeça: 95 sq.in.
Padrão de encordoamento: 18 x 20
As duas raquetes se parecem muito, mas a mais nova (foto de cima) é um pouco mais estável e fácil de usar. Aqui temos exemplos de raquetes exigentes: pesadas, cabeça pequena, trama fechada.
Comprei por terem alguns aspectos em comum com a ProStaff 6.0 (e por estarem em promoção na época) e até que me adaptei bem a elas...a princípio.
Pontos positivos:
Estáveis.
FH e BH topspin (se estou comandando o ponto, consigo bom controle e precisão).
BH slice, bem controlado.
Pontos negativos:
O peso dificulta a defesa e alguns golpes que precisam de maior aceleração/antecipação (como devolução de saque).
FH e BH topspin (se estou pressionado).
Joguei meus últimos torneios com a Six.One mais nova e tive alguns bons resultados. Mas à medida que encontro adversários mais fortes, ela se torna um fator limitante por precisar de mais tempo para armar os golpes. Saque: consigo sacar com consistência mas não com muita velocidade (diretamente ligado a, respectivamente, cabeça leve e peso da raquete).
Notas:
1) A Wilson não fabrica mais a linha Six.One, descontentando muitos fãs da raquete.
2) Só consigo utilizar com encordoamento de baixa tensão (limite inferior recomendado). Tenho utilizado uma multifilamento que dá mais conforto (Wilson Sensation - problema é que o encordoamento fica dançando).
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
Wilson Pro Staff 6.0 95
Peso: 315 g
Equilíbrio: 31,0 cm/9 pts HL
Cabeça: 95 sq.in.
Padrão de encordoamento: 16 x 18
As especificações acima são aproximadas, não estão gravadas na raquete como as outras e não acho na internet.
Um clássico, preta e de perfil "quadradinho", grip de couro, utilizada por Pete Sampras e Stefan Edberg (na verdade, a versão deles tinha cabeça ainda menor - 85 sq.in - e era mais pesada).
Achei esta raquete do meu primo um dia no sítio e resolvi experimentar de brincadeira ("que p....de raquete velha é essa?"). Uau! O FH saía meio estranho, mas o meu BH topspin nunca pareceu tão fácil! E o saque chapado neste dia também foi bem.
A partir daí é que passei a procurar raquetes com características semelhantes e fiquei convencido de que elas podem ser muito diferentes entre si, com influência direta sobre o jogo.
Depois, descobri que a cabeça bem leve fazia diferença no BH topspin e saque.
Pontos positivos:
BH topspin (o slice é razoável)
Voleios
Saque
Pontos negativos:
FH topspin
É uma raquete bem interessante, misturando características de controle (cabeça pequena e leve) com trama aberta e peso estático relativamente baixo para uma "player´s racquet".
Infelizmente não consigo jogar bem com ela por causa do FH - e ainda não entendo direito porquê. Tentei colocar fitas de chumbo às 3 e 9 horas na cabeça mas não funcionou.
Babolat Pure Drive GT
Peso: 300 g
Equilíbrio: 33,0 cm/4 pts HL
Cabeça: 100 sq.in.
Padrão de encordoamento: 16 x 19
As especificações parecem muito com as da Wilson BLX. Mas o peso estático é maior nesta e há diferença também no perfil e flexibilidade (a Pure Drive é mais dura).
Jogando, elas são muito diferente. O FH com a Babolat anda bem mais (atualmente é a raquete que mais me ajuda deste lado), ela é muito mais estável e consigo usar um encordoamento mais duro.
Pontos positivos:
FH topspin. Dá um bom contato (parece que "amassa" a bola).
Estabilidade, mesmo com adversários que batem forte.
Pontos negativos:
Não consigo consistência no BH topspin (a cabeça deveria ser mais leve) e o BH slice às vezes flutua.
Saque irregular (difícil acelerar).
Coloquei uma pecinha de chumbo na extremidade do cabo para melhorar a manuseabilidade mas não parece ter funcionado. Ainda a tentar: trocar o encordoamento velho por um mais duro, para controlar o slice, e achar um jeito de sacar melhor com ela alterando um pouco a mecânica do movimento.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
Wilson BLX Surge
Peso: 279 g
Equilíbrio: 33,0 cm/4 pts HL
Cabeça: 100 sq.in.
Padrão de encordoamento: 16 x 19
A primeira raquete que comprei ao voltar a praticar tênis, indicada pelo vendedor da loja.
Raquete leve (abaixo de 300 g) e fácil de manusear.
4 pts HL indicam que o ponto de equilíbrio é aproximadamente no meio da raquete, o que ajuda a aumentar a potência em uma raquete de pouca massa.
Cabeça de 100 sq.in é um tamanho generoso, fácil de achar o sweetspot e adequado para mim.
O padrão de encordoamento é mais aberto que fechado, o que, na teoria, também dá mais potência.
Pontos positivos:
FH (em troca de bolas de velocidade moderada) e o BH slice (consigo bater bem rasante e veloz).
Fácil de acelerar para sacar.
Pontos negativos:
Instável quando jogo com adversários de golpes potentes.
A bola não anda com encordoamento duro (tensão mais alta, copoly).
Por causa do baixo peso, é necessário acelerar esta raquete mais do que gostaria em alguns golpes.
Não tentei customizar. Talvez acrescentando peso às 3 e 9 horas na cabeça melhore a estabilidade, com algum contrapeso no cabo. Sendo raquete leve, há espaço para o chumbo.
domingo, 4 de dezembro de 2016
O problema das raquetes II
Havia um blog legal ("equipamentodetenis"), feito pelo dadozen, onde vi muita coisa interessante a respeito do peso, equilíbrio e customização das raquetes. Não encontro mais, talvez tenha sido apagado.
O que sei que devo fazer é conhecer bem meus pontos fortes e fracos, analisando como costumo ganhar os pontos e como gosto de jogar. A partir daí, escolher a raquete que melhor se encaixa no esquema de jogo.
O problema para escolher a melhor é que cada uma apresenta vantagens/desvantagens diferentes, algumas por exemplo favorecendo o FH mas dificultando o BH (no caso, a Pure Drive) e outras funcionando ao contrário (ProStaff).
Posso escolher entre uma que favoreça meus pontos fortes e outra que amenize pontos fracos.
E agora ainda arranjei outra variável: comecei a experimentar a customização com fita de chumbo.
Outro modo de pensar é: se o golpe mais importante do tênis é o saque (especialmente o segundo), devo priorizar uma que o facilite.
No próximo post começo a analisar cada uma das raquetes que citei anteriormente. Vou tentar chegar a uma conclusão sobre a escolha da melhor (para meu jogo).
sábado, 3 de dezembro de 2016
O problema das raquetes I
Certo. Mais vale Federer com raquete de matar mosquito do que eu jogando com a raquete dele.
Mas porque não escolher uma que me ajude?
Não sou um especialista em raquetes, mas depois de jogar com vários modelos e marcas, cheguei a alguns fatores a considerar ao escolher.
Peso estático/swing weight:
Raquetes leves (abaixo de 300 g de peso estático) x pesadas
Equilíbrio:
Cabeça leve x pesada x equilibrada
Área da cabeça:
Pequena (95 sq.in ou menos) x Média x Oversize (110 sq.in ou mais)
Padrão de encordoamento:
Trama aberta x fechada
Já tive raquete de comprimento maior que o padrão, mas atualmente todas que possuo tem 27 in.
Não dou muita bola para a rigidez das raquetes.
Hoje em dia tenho em casa as seguintes raquetes:
- Wilson BLX Surge
- Wilson Prostaff 6.0 (emprestada do meu primo) - Pete Sampras!
- Babolat Pure Drive GT
- Wilson 6.1 (uma versão antiga e outra mais nova)
- Head Speed Pro Grafeno
- Yonex DR98
Ainda não consegui me decidir por uma em definitivo.
http://www.tennis-warehouse.com/LC/SelectingRacquet.html
O site da Tennis Warehouse tem bastante informação e testes bem detalhados de raquetes.
E você, qual sua raquete e por que a escolheu?
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