sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Peça ao Papai Noel

Acabou-se o ano, ou quase. Hora do balanço.

Diria que melhorei um fiapo meu topspin BH (armando mais o cotovelo e mantendo a mão esquerda na raquete mais tempo na preparação) e que implementei o Chip and Charge com algum sucesso, em determinados jogos.

FH: continua incerto, às vezes vai bem, outras não. Ainda testando cotovelo e punho armados.

Saque: o chapado começou a entrar mais, mas continua irregular.

Vendi duas raquetes (Yonex DR98 e a SpeedPro) e comprei uma (PD nova).

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 Se fosse pedir algo para Papai Noel, não seria realista pedir o FH do Federer, BH do Wawrinka, saque do Isner e a agilidade do Dimitrov.

 Pediria um FH com mais feel e consistente e um saque kick que realmente saltasse da quadra.
Estou vendo uns videos do Brady (dailytennislesson) sobre esse saque, vamos ver se muda alguma coisa. Já tive uma surpresa ao saber que ele recomenda o grip continental.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Importante decisão para jogo Llefty

 " Insensato é aquele que espera resultado diferente fazendo a mesma coisa."

   Foi marcado mais um jogo com Llefty.

   O que eu poderia fazer de diferente (além de esperar o saque dois passos atrás, mirando para a esquerda)?

   Talvez esperar três passos atrás, perto da posição preferida de saque dele (centro-esquerda).

   Aquecer com a Six.One e se estiver sentindo bem a bola, arriscar o primeiro set com ela.

   Achar um jeito de explorar a movimentação algo deficiente de Llefty - slices agressivos, ângulos e drop-shots.

   Investir em saque estilo SS forçado - testar tanto no FH como BH. O chapado parece não incomodá-lo.


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Feedback

  Perdi no super tie outra vez, mas a diferença foi ter ganho o primeiro set 6/1, usando (ironicamente) a Six.One... Aqueci com ela e, mesmo não sentindo bem a bola, arrisquei usá-la.
 
   Saque: não precisei forçar, ele estava errando muito tentando ser agressivo.

   FH: não estava conseguindo muita profundidade.

   BH: o slice foi muito bem, não arriquei topspin

    Levei vários drop shots, alguns quando estava devolvendo o saque.

   Mas é isso, ponto fraco dele é movimentação e não curte muito meu slice.


 

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Treino paredão e saque

FH: combinação cotovelo armado e punho em extensão, aceleração da raquete como se fechasse uma porta. Parece funcionar, mas como todos os ajustes anteriores, é preciso testar em jogo. Estou gostando da corda híbrida na Six.One.

Saque chapado: ainda muito inconstante. Uma opção é usar o grip ligeiramente para BH (vamos chamar de chapado 90%). Outra opção que eu deveria usar mais é saque estilo SS forçado.

domingo, 12 de novembro de 2017

Analise de jogo MMÇ

 Destro, OHBH.
 Pontos fortes: saque chapado e devolução de FH.
 Ponto fraco: BH de bola alta.

 Era um jogo até ganhável, mas errei muito, as bolas saindo no fundo e o BH slice sem controle.
Nem sei bem porque não arrisquei mais no saque. Aliás ele devolveu bem o saque slice aberto deuce.

Da próxima vez, lembrar:
- Sacar mais no BH
- Ficar alguns passos atrás para receber o saque
- Balão na esquerda é uma opção...

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Em situação de jogo, a corda nova da PD parece estar soltando demais a bola, sem controle. Até o BH slice está saindo. O BH topspin parece bom, mas não é o meu golpe preferido.
Darei uma chance para a Six.One?

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Cordas novas, punho no FH e contato no saque

  Troquei as cordas da Six.One e da PD nova - coloquei respectivamente um híbrido e um full poly - e treinei saque e paredão.

   Gostei dos encordoamentos, só não sei se a corda da PD já está abrindo o bico...

    Hoje, o foco foi no FH. Em poucas palavras, ênfase no punho durante a preparação (em extensão), imitando Nadal e meu colega Rod.



     Esse punho "armado" melhora o contato (o prof. já havia me dito). Mas não inclinei tanto a raquete para trás como na foto. E o FH com menos ênfase no cotovelo parece funcionar assim.
Preciso testar em jogo.

      Saque: para o chapado parece muito importante o braço do toss elevado e o contato ainda de lado, não muito de frente para a quadra.





segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Durabilidade das cordas

 Eu raramente uso um encordoamento até ele arrebentar.

 Nem lembro quando foi a última vez que isso aconteceu.

 Mas frequentemente sinto que tenho que trocar as cordas depois de uns dois meses porque elas "morrem", isto é, perdem tensão e mais uma propriedade (da qual ninguém fala a respeito).

  A perda de tensão em si não me parece o maior problema, já que prefiro usar cordas com baixa tensão.

  O aspecto crítico é a perda de elasticidade, isto é, a rapidez e o modo como a corda deforma e volta.

   Pense na seguinte situação hipotética: duas raquetes encordoadas com a mesma tensão, porém uma utilizando arame e a outra um elástico grosso. Elas vão se comportar de modo muito diferente.

    Encordoei a Pure Drive nova com Luxilon AluPower, a mesma corda que veio do antigo dono (usei um tempo e troquei). E aconteceu a mesma coisa com os dois encordoamentos: uma fase ótima, que eu estava jogando bem (treinos na academia, jogo com Rifritas e com Helix) e outra posterior em que mal conseguia utilizar a não ser para sacar (como neste fim de semana).

   Trocar a corda é caro e um saco, mas estou chegando à conclusão de que faz muita diferença.

sábado, 4 de novembro de 2017

Novo saque chapado em jogo

    Se houve algo de positivo neste jogo com Rcam foi o teste em situação real do novo saque chapado. E ele, surpreendentemente, funcionou, mesmo sob pressão - tive de arriscar em desvantagem no placar, o que contraria minhas diretrizes a respeito da estratégia no saque.

    Apenas um lembrete: na elevação do braço direito durante o toss, é melhor manter o cotovelo um pouco fletido ao invés de totalmente esticado para trás.