FH
Entre os vários tons possíveis de SW, meu grip parece que vai ficar no SW tradicional, base do indicador na faceta oblíqua número 4.
Saque
1) O chapado teima em não funcionar, está ficando em geral na rede.
Um possível ajuste é caprichar na altura do toss mas impactar a bola um pouquinho mais baixa (batendo mais para frente do que de cima para baixo).
Falando em melhorar o toss, preciso manter o braço esquerdo mais vertical e não baixá-lo muito cedo. Dácio Campos já falava algo semelhante no smash - não debruçar na bola, se não fica na rede.
Tenho treinado especificamente o chapado central nos iguais e aberto ad, que são os mais difíceis para mim. Quando tento chapar livre, sem alvo, a porcentagem melhora (um pouco).
2) O Kick está melhorando. A posição inicial pode ser mais de lado para quadra, toss com braço paralelo à linha de base. Grip pode ser até mais para BH. Ainda está saindo mais slice do que kick.
3) Saque slice agressivo parece uma boa opção, estou conseguindo imprimir uma boa velocidade e bastante spin. Também dá para usar grip mais para BH.
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domingo, 10 de dezembro de 2017
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
Breve anotação de treino. 50 tons de semi-western
FH
Com o novo grip semi-western estou mandando mais bolas na rede. Dá impressão de que tenho que acelerar mais a raquete, caprichando no backswing. Que tal estilo Nadal?
1) Punho estendido (chamo de inclinação negativa, a face da raquete fica algo aberta para cima).
Com o novo grip semi-western estou mandando mais bolas na rede. Dá impressão de que tenho que acelerar mais a raquete, caprichando no backswing. Que tal estilo Nadal?
1) Punho estendido (chamo de inclinação negativa, a face da raquete fica algo aberta para cima).
2) O punho relaxa naturalmente (como se puxasse um elástico e ele voltasse).
A partir daí acelera até o contato.
Para lembrar: os jogadores profissionais usam várias gradações de SW.
Federer usa um grip quase Eastern e o Nishikori quase Western.
Onde vai ficar o meu grip? A definir.
Saque
"One grip fits all" valendo.
O grip ligeiramente para BH está melhor do que o continental para sacar chapado aberto no lado da vantagem. Com o continental fica mais na rede.
Nova categoria de saque: mega slice. Dar o saque como de costume mas com contato numa altura mais baixa e exagerando o spin. Esse entorta bem para fora...
domingo, 3 de dezembro de 2017
W. T. Gallwey ("O jogo interior de tênis")
Golpes de fundo de quadra
"Se um jogador consegue produzir topspin pelo menos de média intensidade, ele se livra da necessidade de complicar seu golpe com outros recursos destinados a controlar a bola. Além disso, ao descobrir como é difícil jogar para fora da quadra uma bola com topspin, ele passa a bater mais forte e com mais confiança, entrando na jogada sem o usual medo de que ela saia." [Adaptado]
É exatamente isso que sinto a respeito do FH atualmente: estou tentando várias modificações e segurando o braço na hora de bater por medo que a bola saia na profundidade. Primeira coisa é dominar e aumentar o topspin. Passei décadas batendo o FH chapado demais...
Novo grip: lembrar de espalhar mais o indicador, melhorando a alavanca para o topspin e aumentando a estabilidade.
"Se um jogador consegue produzir topspin pelo menos de média intensidade, ele se livra da necessidade de complicar seu golpe com outros recursos destinados a controlar a bola. Além disso, ao descobrir como é difícil jogar para fora da quadra uma bola com topspin, ele passa a bater mais forte e com mais confiança, entrando na jogada sem o usual medo de que ela saia." [Adaptado]
É exatamente isso que sinto a respeito do FH atualmente: estou tentando várias modificações e segurando o braço na hora de bater por medo que a bola saia na profundidade. Primeira coisa é dominar e aumentar o topspin. Passei décadas batendo o FH chapado demais...
Novo grip: lembrar de espalhar mais o indicador, melhorando a alavanca para o topspin e aumentando a estabilidade.
sábado, 2 de dezembro de 2017
Treino de saque e paredão
FH
Tenho impressão de que o bom "feel" ocorre quando há deformação das cordas na geração do topspin, especialmente com a face da raquete um pouco oblíqua e não vertical. E isso ocorre mais facilmente com o grip semi-western.
As fotos de profissionais, mostrando a face da raquete vertical no contato, podem ser enganosas pois às vezes a raquete (momentaneamente) fica vertical devido ao contato com a bola. Veja por exemplo um BH slice em câmera lenta. Parece que há dois tempos na trajetória da cabeça da raquete, um primeiro em que ela começa a acelerar de cima para baixo aberta (uns 45°) e outro no contato em que a face fica vertical e acentua o movimento para baixo.
Vide em 1:01 o BH slice
Testei hoje o FH semi-western, foi bem, mas senti certa dificuldade em bater aberto para a direita (isto é, direcionado para o Ad side). Está ficando na rede. Lembrar de girar mais o corpo de lado na preparação.
Saque
One grip fits all.
Dá para executar todos os saques com um grip ligeiramente voltado para o BH.
Chapado 90%: toss habitual, usar o quadril, não dar ênfase ao cotovelo, contato ainda meio de lado, pronação natural (não forçada), punho relaxado.
Dar ênfase ao cotovelo está provocando spin, mais ou menos como no saque de Llefty, que não é um chapado verdadeiro.
Kick: toss 11 horas, braços sincronizados (down together/up together), usar o cotovelo para provocar elevação da cabeça da raquete além do ponto de contato, escovando a bola de baixo para cima, dar mais ênfase para aceleração à frente do que tenho feito usualmente (evitando a rede), punho relaxado.
Slice: toss 1 hora (mais à direita), mecânica semelhante ao kick só que atingindo mais a lateral da bola.
Lembrar: quanto mais o grip se volta para o BH, mais spin e menos penetração. E vice versa.
Opinião de W. T. Gallwey ("O jogo interior de tênis"):
"Os principiantes poderão não achar fácil começar a dar o saque com uma empunhadura de BH. Eu recomendaria que começassem com uma empunhadura continental e lentamente passassem à empunhadura de BH à medida que se torne mais confortável."
Tenho impressão de que o bom "feel" ocorre quando há deformação das cordas na geração do topspin, especialmente com a face da raquete um pouco oblíqua e não vertical. E isso ocorre mais facilmente com o grip semi-western.
As fotos de profissionais, mostrando a face da raquete vertical no contato, podem ser enganosas pois às vezes a raquete (momentaneamente) fica vertical devido ao contato com a bola. Veja por exemplo um BH slice em câmera lenta. Parece que há dois tempos na trajetória da cabeça da raquete, um primeiro em que ela começa a acelerar de cima para baixo aberta (uns 45°) e outro no contato em que a face fica vertical e acentua o movimento para baixo.
Vide em 1:01 o BH slice
Testei hoje o FH semi-western, foi bem, mas senti certa dificuldade em bater aberto para a direita (isto é, direcionado para o Ad side). Está ficando na rede. Lembrar de girar mais o corpo de lado na preparação.
Saque
One grip fits all.
Dá para executar todos os saques com um grip ligeiramente voltado para o BH.
Chapado 90%: toss habitual, usar o quadril, não dar ênfase ao cotovelo, contato ainda meio de lado, pronação natural (não forçada), punho relaxado.
Dar ênfase ao cotovelo está provocando spin, mais ou menos como no saque de Llefty, que não é um chapado verdadeiro.
Kick: toss 11 horas, braços sincronizados (down together/up together), usar o cotovelo para provocar elevação da cabeça da raquete além do ponto de contato, escovando a bola de baixo para cima, dar mais ênfase para aceleração à frente do que tenho feito usualmente (evitando a rede), punho relaxado.
Slice: toss 1 hora (mais à direita), mecânica semelhante ao kick só que atingindo mais a lateral da bola.
Lembrar: quanto mais o grip se volta para o BH, mais spin e menos penetração. E vice versa.
Opinião de W. T. Gallwey ("O jogo interior de tênis"):
"Os principiantes poderão não achar fácil começar a dar o saque com uma empunhadura de BH. Eu recomendaria que começassem com uma empunhadura continental e lentamente passassem à empunhadura de BH à medida que se torne mais confortável."
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
Ajustes promissores para a temporada 2018
Forehand
Um ajuste para o FH que tentei um tempo atrás foi mudar da minha tradicional empunhadura eastern (base do indicador na faceta maior, paralela ao encordoamento) para semi-western ( vai para a faceta oblíqua adjacente, mais abaixo).
Esse grip parece ser o mais comum entre os profissionais, tanto no masculino como feminino.
Teoricamente, ele facilita gerar topspin pois a face da raquete fica mais fechada e o movimento deve ser um pouco mais verticalizado, levantando a bola.
O antigo professor orientou, a meu pedido, essa troca de grip em uma determinada aula ano passado mas achei muito estranho e não deu certo, a bola ficava na rede.
Hoje experimentei novamente, um ajuste bem suave para semi-western, e fiquei surpreso ao ver que estava conseguindo mais topspin e ao mesmo tempo acelerando a bola, com bom feel.
Bom FH, sem nem mesmo pensar nos outros ajuste que estava testando (punho e cotovelo mais armados). Isso pode ser sinal de que estou no caminho certo, tudo se encaixando naturalmente.
Outra coisa é que, na preparação, a face da raquete fica quase automaticamente paralela ao solo, um requisito do FH (para Tom Avery).
O ponto fraco desse grip são as bolas baixas.
Saque
Outro ajuste que parece promissor é para o saque, também envolvendo o grip.
Utilizando um grip apenas ligeiramente voltado para o BH, dá para sacar chapado usando uma pronação mais acentuada (voluntária) no momento do contato. A face da raquete se volta para fora, à direita do corpo.
Com o mesmo grip, consegui dar alguns kicks que realmente saltaram da quadra. Preciso lembrar do toss mais à esquerda (11 horas, para dentro da quadra) e de sincronizar os braços (down together/up together, estilo Wawrinka). Minha tendência ainda é sacar o slice ao invés do kick.
quinta-feira, 9 de novembro de 2017
Cordas novas, punho no FH e contato no saque
Troquei as cordas da Six.One e da PD nova - coloquei respectivamente um híbrido e um full poly - e treinei saque e paredão.
Gostei dos encordoamentos, só não sei se a corda da PD já está abrindo o bico...
Hoje, o foco foi no FH. Em poucas palavras, ênfase no punho durante a preparação (em extensão), imitando Nadal e meu colega Rod.
Gostei dos encordoamentos, só não sei se a corda da PD já está abrindo o bico...
Hoje, o foco foi no FH. Em poucas palavras, ênfase no punho durante a preparação (em extensão), imitando Nadal e meu colega Rod.
Esse punho "armado" melhora o contato (o prof. já havia me dito). Mas não inclinei tanto a raquete para trás como na foto. E o FH com menos ênfase no cotovelo parece funcionar assim.
Preciso testar em jogo.
Saque: para o chapado parece muito importante o braço do toss elevado e o contato ainda de lado, não muito de frente para a quadra.
sexta-feira, 3 de novembro de 2017
FH, saque, boliche, martelo e aceleração linear x angular
Em um post anterior, já tinha percebido a importância de acelerar a raquete de modo mais linear do que angular no FH (angular = com ênfase na rotação do tronco). Fiquei pensando se haveria alguma evidência nesse sentido observando videos da ATP.
Parecia haver. A aceleração da raquete, entre o fim do backswing até logo após o contato ocorre num plano relativamente estreito, com a raquete percorrendo-o de trás para frente. Isso é especialmente visível quando a bola vem baixa.
Mas agora percebo que também existe aceleração angular, só que não no plano horizontal.
Já tinha visto alguns instrutores orientando bater o FH como se estivesse jogando boliche, o braço fazendo um movimento pendular de trás para diante e quase verticalizado. Isso não apenas mantém a raquete num plano estreito e acelerando de forma predominantemente linear mas também acrescenta uma aceleração angular - o pêndulo do braço.
No saque, a aceleração da raquete também ocorre num plano estreito (até mais estreito que no FH). Nesse caso também há "rotação" e aceleração angular (a raquete descreve uma curva ao passar acima da cabeça ao acelerar) e isso explica em parte a velocidade maior que no FH.
E porque no FH acentuar a rotação do tronco e do braço (no plano horizontal) não ajuda? Já tentei e tenho a impressão de que o golpe fica com cara de arremesso de martelo. Para compensar a força "centrífuga" (isto é, a inércia fazendo a raquete fugir pela tangente), o corpo acaba pendendo para o lado oposto, o que é indesejável.
Parecia haver. A aceleração da raquete, entre o fim do backswing até logo após o contato ocorre num plano relativamente estreito, com a raquete percorrendo-o de trás para frente. Isso é especialmente visível quando a bola vem baixa.
Mas agora percebo que também existe aceleração angular, só que não no plano horizontal.
Já tinha visto alguns instrutores orientando bater o FH como se estivesse jogando boliche, o braço fazendo um movimento pendular de trás para diante e quase verticalizado. Isso não apenas mantém a raquete num plano estreito e acelerando de forma predominantemente linear mas também acrescenta uma aceleração angular - o pêndulo do braço.
No saque, a aceleração da raquete também ocorre num plano estreito (até mais estreito que no FH). Nesse caso também há "rotação" e aceleração angular (a raquete descreve uma curva ao passar acima da cabeça ao acelerar) e isso explica em parte a velocidade maior que no FH.
E porque no FH acentuar a rotação do tronco e do braço (no plano horizontal) não ajuda? Já tentei e tenho a impressão de que o golpe fica com cara de arremesso de martelo. Para compensar a força "centrífuga" (isto é, a inércia fazendo a raquete fugir pela tangente), o corpo acaba pendendo para o lado oposto, o que é indesejável.
Isso não ocorre no saque e na técnica do "boliche" pois a inércia da raquete é combatida pela própria gravidade (peso do corpo) e pela sustentação do braço e tronco no plano vertical, respectivamente.
Outra ideia que me ocorre é que há também aceleração angular importante centrada no punho ("lag and snap").
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Atualização ou o que ando copiando da ATP e WTA
Nas últimas semanas, depois de jogos irregulares, alternando alguns bons com Doc e outros nem tanto, resolvi experimentar algumas coisas novas em relação às minhas atuais preocupações:
FH (inconstante e sem feel) e o saque chapado (sem potência, fluidez ou controle).
Antes disso, e tudo junto, um feedback a respeito da questão do cotovelo armado ("elbow the enemy") : ele tem ajudado no BH mas não muito no FH e saque.
Agora em partes:
FH
Até esqueci, nos últimos jogos e treinos, de tentar armar mais o cotovelo (vide abaixo).
FH (inconstante e sem feel) e o saque chapado (sem potência, fluidez ou controle).
Antes disso, e tudo junto, um feedback a respeito da questão do cotovelo armado ("elbow the enemy") : ele tem ajudado no BH mas não muito no FH e saque.
Agora em partes:
FH
Até esqueci, nos últimos jogos e treinos, de tentar armar mais o cotovelo (vide abaixo).
Depois de passar uns dias observando o FH de alguns bons amadores no YouTube e de algumas tenistas da WTA, resolvi experimentar preparar o FH com a face da raquete voltada para trás.
Parece dar certo, apesar de tornar o backswing mais longo. E faz sentido pois, do mesmo modo como o cotovelo armado, essa preparação também dá mais espaço para acelerar a raquete.
Resolvi testar, já que copiar o Kyrgios, Federer e Delpo não estava dando certo. E pensando bem, meu físico (altura, massa muscular, proporção entre tronco e membros) é mais próximo de uma Simona...
Outro ponto positivo é que esta preparação favorece uma fase posterior em que a face da raquete fica (mais) paralela ao solo, semelhante ao "tap the dog".
Saque
Como já disse em outro post, o saque chapado não estava bom por causa do movimento travado no "arco e flecha" (trophy pose). Que sirva de lição: é preciso corrigir o movimento todo e não uma parte só. Começa com a elevação do braço direito mais para trás, ligeiramente fletido (fig. 3).
E tudo vai se encontrando pelo caminho e mostrando que o pessoal da ATP sabe das coisas:
- a posição inicial deve ser mesmo mais de lado para a quadra (pé direito paralelo à linha de base);
- o braço do toss deve ficar mais esticado (fig. 3 e 4);
- ombro direito mais alto que o esquerdo (fig. 3 e 4) e depois trocando (fig. 5 em diante);
- na hora do contato, o corpo ainda está meio de lado para a quadra (fig. 7).
No contato, às vezes dá impressão de que estou batendo a face da raquete no topo da bola e não por trás dela (tive essa impressão também ao ver Llefty sacando).
Hoje iniciei o treino de saque com a Six.One, bem pesada, e quando troquei pela Pure Drive, o saque parecia até fácil. Agora é consolidar o golpe e ver se ele sai em situação de jogo.
BH
Aí sim, o cotovelo parece que me ajudou. E ao reparar mais, quase todos os tenistas com um OHBH armam o golpe desse modo.
sexta-feira, 8 de setembro de 2017
Treino no sítio
Primeiro serviço chapado:
Posição inicial não muito de lado.
Toss tradicional, na frente do ombro direito ( a bola cai na frente do pé da frente, no caso o esquerdo).
Pode ser ligeiramente mais alto do que de costume.
Armar o arco-e-flecha.
Não estender o punho.
Concentrar no contato acima do ombro direito.
Coice.
Porcentagem atual: cerca de 50% (aceitável, precisa melhorar).
Testei e não funciona:
Posição inicial mais de lado.
Toss mais à frente/esquerda.
Segundo serviço:
Meu tradicional é bom o suficiente (sem arco-e-flecha, empunhadura de esquerda, toss usual).
O toss para o saque slice pode ser um pouco para a direita e para dentro da quadra ou caindo em cima da cabeça - a definir.
FH:
Ao aquecer no mini tênis e para colocar bolas junto à rede, melhor não armar muito o cotovelo, pois diminui o controle.
BH:
Parece estar funcionando o cotovelo esquerdo armado na preparação, mantendo a mão esquerda por mais tempo na raquete - isso ajuda na pequena volta da raquete atrás do corpo.
BH slice agressivo é preferencialmente batido pouco abaixo do nível da cintura.
Posição inicial não muito de lado.
Toss tradicional, na frente do ombro direito ( a bola cai na frente do pé da frente, no caso o esquerdo).
Pode ser ligeiramente mais alto do que de costume.
Armar o arco-e-flecha.
Não estender o punho.
Concentrar no contato acima do ombro direito.
Coice.
Porcentagem atual: cerca de 50% (aceitável, precisa melhorar).
Testei e não funciona:
Posição inicial mais de lado.
Toss mais à frente/esquerda.
Segundo serviço:
Meu tradicional é bom o suficiente (sem arco-e-flecha, empunhadura de esquerda, toss usual).
O toss para o saque slice pode ser um pouco para a direita e para dentro da quadra ou caindo em cima da cabeça - a definir.
FH:
Ao aquecer no mini tênis e para colocar bolas junto à rede, melhor não armar muito o cotovelo, pois diminui o controle.
BH:
Parece estar funcionando o cotovelo esquerdo armado na preparação, mantendo a mão esquerda por mais tempo na raquete - isso ajuda na pequena volta da raquete atrás do corpo.
BH slice agressivo é preferencialmente batido pouco abaixo do nível da cintura.
quarta-feira, 6 de setembro de 2017
Treino no parque
Paredão e saque.
BH:
Concentrar no cotovelo armado ao preparar, com a raquete mais em pé do que horizontal (o estilo Thiem parece deixar o golpe muito chapado). Visualizar o contato com a face da raquete um pouco fechada pode ajudar.
FH:
Parece consolidado.
Saque:
Treinei o slice aberto deuce, slice no "T" ad e chapados, com porcentagens melhorando.
No slice aberto deuce, a tendência é ficar na rede, preciso imprimir um pouco mais de velocidade. O toss costuma ser mais para a direita - quem sabe funcione também um pouco mais para dentro da quadra e um pouquinho mais de frente para a quadra.
No chapado, lembrar de armar o arco-e-flecha. Não esquecer também do coice.
BH:
Concentrar no cotovelo armado ao preparar, com a raquete mais em pé do que horizontal (o estilo Thiem parece deixar o golpe muito chapado). Visualizar o contato com a face da raquete um pouco fechada pode ajudar.
FH:
Parece consolidado.
Saque:
Treinei o slice aberto deuce, slice no "T" ad e chapados, com porcentagens melhorando.
No slice aberto deuce, a tendência é ficar na rede, preciso imprimir um pouco mais de velocidade. O toss costuma ser mais para a direita - quem sabe funcione também um pouco mais para dentro da quadra e um pouquinho mais de frente para a quadra.
No chapado, lembrar de armar o arco-e-flecha. Não esquecer também do coice.
sábado, 12 de agosto de 2017
Treino e protesto
Deveria ter jogado hoje, mas a organização da academia deixa a desejar.
Treinei com várias raquetes, saque e paredão.
Na ordem de preferência:
- Pure Drive Nova/Antiga
- Six.One Antiga
FH: parece que o cotovelo armado funciona. Falta por em prática. Lembrar de manter o "lag" até ficar de frente para a quadra.
BH: continua o mistério. Aparentemente melhor puxando a raquete na preparação. com o cotovelo esquerdo armado.
Preciso testar, associado a esse takeback com cotovelo esquerdo armado, um grip mais eastern (base do indicador na faceta de cima).
Saque: armar o cotovelo mas manter a face da raquete fechada ("armando o arco e flecha"). Caprichar na elevação do braço esquerdo no toss - isso já deixa o tronco e ombros em posição favorável. Entortar o tronco parece prejudicar a consistência do saque.
Treinei com várias raquetes, saque e paredão.
Na ordem de preferência:
- Pure Drive Nova/Antiga
- Six.One Antiga
FH: parece que o cotovelo armado funciona. Falta por em prática. Lembrar de manter o "lag" até ficar de frente para a quadra.
BH: continua o mistério. Aparentemente melhor puxando a raquete na preparação. com o cotovelo esquerdo armado.
Preciso testar, associado a esse takeback com cotovelo esquerdo armado, um grip mais eastern (base do indicador na faceta de cima).
Saque: armar o cotovelo mas manter a face da raquete fechada ("armando o arco e flecha"). Caprichar na elevação do braço esquerdo no toss - isso já deixa o tronco e ombros em posição favorável. Entortar o tronco parece prejudicar a consistência do saque.
quarta-feira, 9 de agosto de 2017
Elbow the enemy - importante evolução no FH
Treino de paredão e saque.
FH:
Armar mais o cotovelo no unit turn porém, ao contrário do Sampras, manter a raquete mais em pé. Isso parece favorecer o contato correto com a bola.
No swing, mentalizar a trajetória do cotovelo indo de trás para frente.
FH:
Armar mais o cotovelo no unit turn porém, ao contrário do Sampras, manter a raquete mais em pé. Isso parece favorecer o contato correto com a bola.
No swing, mentalizar a trajetória do cotovelo indo de trás para frente.
quarta-feira, 12 de julho de 2017
Para gerar mais potência e consistência no fundo de quadra
Lembrar de usar mais as pernas e o tronco, fazendo o movimento completo.
Não ficar batendo só com o braço. Sinto que isso é um fator que gera o mal contato com a bola, especialmente aquelas sem peso.
Não ficar batendo só com o braço. Sinto que isso é um fator que gera o mal contato com a bola, especialmente aquelas sem peso.
quinta-feira, 22 de junho de 2017
Mantenha o "lag" da raquete no FH...
...até que o tronco tenha girado de frente para a quadra.
Parece mais eficaz e importante do que propriamente introduzir o tap the dog.
Parece mais eficaz e importante do que propriamente introduzir o tap the dog.
terça-feira, 20 de junho de 2017
Introduzindo o pat (ou tap) the dog no FH?
O canal "feel tennis" no YT apresentou um video explicando, no take back do FH, a diferença entre baixar a face da raquete mais paralela ou mais perpendicular ao solo. Aquela (estilo Federer, com "pat") dá mais potência mas é mais difícil de acertar o tempo. Esta é menos potente mas mais controlável.
Talvez haja um meio termo, introduzindo uma fase com posição da face da raquete paralela ao solo logo antes do contato.
Posso experimentar também de vez em quando chapar mais, estilo tapa com sidespin.
Talvez haja um meio termo, introduzindo uma fase com posição da face da raquete paralela ao solo logo antes do contato.
Posso experimentar também de vez em quando chapar mais, estilo tapa com sidespin.
segunda-feira, 12 de junho de 2017
Ian Westermann FH
Há um vídeo dele mostrando o processo de melhora do FH de um aluno.
Dicas que podem se aplicar a mim:
- Preparação com raquete alta.
- Quando o tronco já girou e está quase de frente para quadra, ainda há considerável "lag" da raquete.
E ontem lembrei de uma modificação que o professor estava tentando para mim: o desarme do punho, com a raquete apontando mais para frente e fechada após contato.
Dicas que podem se aplicar a mim:
- Preparação com raquete alta.
- Quando o tronco já girou e está quase de frente para quadra, ainda há considerável "lag" da raquete.
E ontem lembrei de uma modificação que o professor estava tentando para mim: o desarme do punho, com a raquete apontando mais para frente e fechada após contato.
quarta-feira, 31 de maio de 2017
Treino na academia
Testei o FH do professor e parece funcionar. Preciso automatizar, se quiser mantê-lo.
Joguei com CH um set e o saque chapado com posição inicial de frente funcionou. 6/2 para mim.
Joguei com CH um set e o saque chapado com posição inicial de frente funcionou. 6/2 para mim.
terça-feira, 30 de maio de 2017
O FH do professor
Observei ontem o professor batendo uns FH.
O que tem de peculiar é o cotovelo estendido ao longo de quase todo golpe, com flexão apenas ao fim.
Takeback com a raquete vertical, punho em extensão.
Cotovelo afastado do corpo, movendo-se para frente até o contato.
Terminação com raquete normalmente apontando para baixo.
Vou testar.
O que tem de peculiar é o cotovelo estendido ao longo de quase todo golpe, com flexão apenas ao fim.
Takeback com a raquete vertical, punho em extensão.
Cotovelo afastado do corpo, movendo-se para frente até o contato.
Terminação com raquete normalmente apontando para baixo.
Vou testar.
quarta-feira, 26 de abril de 2017
...ou então imito o FH do Lin
O FH do Lin tem como pontos fortes a velocidade e o bom topspin gerado. Ele consegue manter uma troca de bolas velozes com controle, tendo um contato sólido.
Na última segunda feira fiquei reparando o que há de peculiar nesse FH:
-Takeback: cabeça da raquete não muito alta, apontada um pouco para frente.
- Aceleração curta e vigorosa da raquete.
- Pouco giro do tronco.
- Terminação com o antebraço à frente do peito, face da raquete paralela ao solo ou um pouco apontada para baixo. Mais ou menos assim:
Na última segunda feira fiquei reparando o que há de peculiar nesse FH:
-Takeback: cabeça da raquete não muito alta, apontada um pouco para frente.
- Aceleração curta e vigorosa da raquete.
- Pouco giro do tronco.
- Terminação com o antebraço à frente do peito, face da raquete paralela ao solo ou um pouco apontada para baixo. Mais ou menos assim:
sexta-feira, 7 de abril de 2017
Analogia entre o saque e o FH
Mark Papas dizia sobre o saque: "the forehand hit above your head". Creio que exista alguma semelhança, pois ambos funcionam como um arremesso da raquete para frente, utilizando como pivot de aceleração o cotovelo.
Ao sacar no estilo Wawrinka, pelo menos para mim, o movimento do cotovelo é mais limpo e o braço não fica encolhido e de difícil aceleração. Em relação ao FH, tenho o costume de deixar o cotovelo direito muito junto ao corpo e apontado para baixo, dificultando a aceleração da raquete.
Devo apontá-lo mais para trás (como se estivesse cutucando alguém) e mantê-lo afastado do corpo.
Berdych:
Kyrgios, um cara com um grande FH:
Ao sacar no estilo Wawrinka, pelo menos para mim, o movimento do cotovelo é mais limpo e o braço não fica encolhido e de difícil aceleração. Em relação ao FH, tenho o costume de deixar o cotovelo direito muito junto ao corpo e apontado para baixo, dificultando a aceleração da raquete.
Devo apontá-lo mais para trás (como se estivesse cutucando alguém) e mantê-lo afastado do corpo.
Berdych:
Kyrgios, um cara com um grande FH:
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