Golpes de fundo de quadra
"Se um jogador consegue produzir topspin pelo menos de média intensidade, ele se livra da necessidade de complicar seu golpe com outros recursos destinados a controlar a bola. Além disso, ao descobrir como é difícil jogar para fora da quadra uma bola com topspin, ele passa a bater mais forte e com mais confiança, entrando na jogada sem o usual medo de que ela saia." [Adaptado]
É exatamente isso que sinto a respeito do FH atualmente: estou tentando várias modificações e segurando o braço na hora de bater por medo que a bola saia na profundidade. Primeira coisa é dominar e aumentar o topspin. Passei décadas batendo o FH chapado demais...
Novo grip: lembrar de espalhar mais o indicador, melhorando a alavanca para o topspin e aumentando a estabilidade.
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domingo, 3 de dezembro de 2017
sábado, 2 de dezembro de 2017
Treino de saque e paredão
FH
Tenho impressão de que o bom "feel" ocorre quando há deformação das cordas na geração do topspin, especialmente com a face da raquete um pouco oblíqua e não vertical. E isso ocorre mais facilmente com o grip semi-western.
As fotos de profissionais, mostrando a face da raquete vertical no contato, podem ser enganosas pois às vezes a raquete (momentaneamente) fica vertical devido ao contato com a bola. Veja por exemplo um BH slice em câmera lenta. Parece que há dois tempos na trajetória da cabeça da raquete, um primeiro em que ela começa a acelerar de cima para baixo aberta (uns 45°) e outro no contato em que a face fica vertical e acentua o movimento para baixo.
Vide em 1:01 o BH slice
Testei hoje o FH semi-western, foi bem, mas senti certa dificuldade em bater aberto para a direita (isto é, direcionado para o Ad side). Está ficando na rede. Lembrar de girar mais o corpo de lado na preparação.
Saque
One grip fits all.
Dá para executar todos os saques com um grip ligeiramente voltado para o BH.
Chapado 90%: toss habitual, usar o quadril, não dar ênfase ao cotovelo, contato ainda meio de lado, pronação natural (não forçada), punho relaxado.
Dar ênfase ao cotovelo está provocando spin, mais ou menos como no saque de Llefty, que não é um chapado verdadeiro.
Kick: toss 11 horas, braços sincronizados (down together/up together), usar o cotovelo para provocar elevação da cabeça da raquete além do ponto de contato, escovando a bola de baixo para cima, dar mais ênfase para aceleração à frente do que tenho feito usualmente (evitando a rede), punho relaxado.
Slice: toss 1 hora (mais à direita), mecânica semelhante ao kick só que atingindo mais a lateral da bola.
Lembrar: quanto mais o grip se volta para o BH, mais spin e menos penetração. E vice versa.
Opinião de W. T. Gallwey ("O jogo interior de tênis"):
"Os principiantes poderão não achar fácil começar a dar o saque com uma empunhadura de BH. Eu recomendaria que começassem com uma empunhadura continental e lentamente passassem à empunhadura de BH à medida que se torne mais confortável."
Tenho impressão de que o bom "feel" ocorre quando há deformação das cordas na geração do topspin, especialmente com a face da raquete um pouco oblíqua e não vertical. E isso ocorre mais facilmente com o grip semi-western.
As fotos de profissionais, mostrando a face da raquete vertical no contato, podem ser enganosas pois às vezes a raquete (momentaneamente) fica vertical devido ao contato com a bola. Veja por exemplo um BH slice em câmera lenta. Parece que há dois tempos na trajetória da cabeça da raquete, um primeiro em que ela começa a acelerar de cima para baixo aberta (uns 45°) e outro no contato em que a face fica vertical e acentua o movimento para baixo.
Vide em 1:01 o BH slice
Testei hoje o FH semi-western, foi bem, mas senti certa dificuldade em bater aberto para a direita (isto é, direcionado para o Ad side). Está ficando na rede. Lembrar de girar mais o corpo de lado na preparação.
Saque
One grip fits all.
Dá para executar todos os saques com um grip ligeiramente voltado para o BH.
Chapado 90%: toss habitual, usar o quadril, não dar ênfase ao cotovelo, contato ainda meio de lado, pronação natural (não forçada), punho relaxado.
Dar ênfase ao cotovelo está provocando spin, mais ou menos como no saque de Llefty, que não é um chapado verdadeiro.
Kick: toss 11 horas, braços sincronizados (down together/up together), usar o cotovelo para provocar elevação da cabeça da raquete além do ponto de contato, escovando a bola de baixo para cima, dar mais ênfase para aceleração à frente do que tenho feito usualmente (evitando a rede), punho relaxado.
Slice: toss 1 hora (mais à direita), mecânica semelhante ao kick só que atingindo mais a lateral da bola.
Lembrar: quanto mais o grip se volta para o BH, mais spin e menos penetração. E vice versa.
Opinião de W. T. Gallwey ("O jogo interior de tênis"):
"Os principiantes poderão não achar fácil começar a dar o saque com uma empunhadura de BH. Eu recomendaria que começassem com uma empunhadura continental e lentamente passassem à empunhadura de BH à medida que se torne mais confortável."
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
Ajustes promissores para a temporada 2018
Forehand
Um ajuste para o FH que tentei um tempo atrás foi mudar da minha tradicional empunhadura eastern (base do indicador na faceta maior, paralela ao encordoamento) para semi-western ( vai para a faceta oblíqua adjacente, mais abaixo).
Esse grip parece ser o mais comum entre os profissionais, tanto no masculino como feminino.
Teoricamente, ele facilita gerar topspin pois a face da raquete fica mais fechada e o movimento deve ser um pouco mais verticalizado, levantando a bola.
O antigo professor orientou, a meu pedido, essa troca de grip em uma determinada aula ano passado mas achei muito estranho e não deu certo, a bola ficava na rede.
Hoje experimentei novamente, um ajuste bem suave para semi-western, e fiquei surpreso ao ver que estava conseguindo mais topspin e ao mesmo tempo acelerando a bola, com bom feel.
Bom FH, sem nem mesmo pensar nos outros ajuste que estava testando (punho e cotovelo mais armados). Isso pode ser sinal de que estou no caminho certo, tudo se encaixando naturalmente.
Outra coisa é que, na preparação, a face da raquete fica quase automaticamente paralela ao solo, um requisito do FH (para Tom Avery).
O ponto fraco desse grip são as bolas baixas.
Saque
Outro ajuste que parece promissor é para o saque, também envolvendo o grip.
Utilizando um grip apenas ligeiramente voltado para o BH, dá para sacar chapado usando uma pronação mais acentuada (voluntária) no momento do contato. A face da raquete se volta para fora, à direita do corpo.
Com o mesmo grip, consegui dar alguns kicks que realmente saltaram da quadra. Preciso lembrar do toss mais à esquerda (11 horas, para dentro da quadra) e de sincronizar os braços (down together/up together, estilo Wawrinka). Minha tendência ainda é sacar o slice ao invés do kick.
quinta-feira, 9 de novembro de 2017
Cordas novas, punho no FH e contato no saque
Troquei as cordas da Six.One e da PD nova - coloquei respectivamente um híbrido e um full poly - e treinei saque e paredão.
Gostei dos encordoamentos, só não sei se a corda da PD já está abrindo o bico...
Hoje, o foco foi no FH. Em poucas palavras, ênfase no punho durante a preparação (em extensão), imitando Nadal e meu colega Rod.
Gostei dos encordoamentos, só não sei se a corda da PD já está abrindo o bico...
Hoje, o foco foi no FH. Em poucas palavras, ênfase no punho durante a preparação (em extensão), imitando Nadal e meu colega Rod.
Esse punho "armado" melhora o contato (o prof. já havia me dito). Mas não inclinei tanto a raquete para trás como na foto. E o FH com menos ênfase no cotovelo parece funcionar assim.
Preciso testar em jogo.
Saque: para o chapado parece muito importante o braço do toss elevado e o contato ainda de lado, não muito de frente para a quadra.
sábado, 4 de novembro de 2017
Novo saque chapado em jogo
Se houve algo de positivo neste jogo com Rcam foi o teste em situação real do novo saque chapado. E ele, surpreendentemente, funcionou, mesmo sob pressão - tive de arriscar em desvantagem no placar, o que contraria minhas diretrizes a respeito da estratégia no saque.
Apenas um lembrete: na elevação do braço direito durante o toss, é melhor manter o cotovelo um pouco fletido ao invés de totalmente esticado para trás.
Apenas um lembrete: na elevação do braço direito durante o toss, é melhor manter o cotovelo um pouco fletido ao invés de totalmente esticado para trás.
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Atualização ou o que ando copiando da ATP e WTA
Nas últimas semanas, depois de jogos irregulares, alternando alguns bons com Doc e outros nem tanto, resolvi experimentar algumas coisas novas em relação às minhas atuais preocupações:
FH (inconstante e sem feel) e o saque chapado (sem potência, fluidez ou controle).
Antes disso, e tudo junto, um feedback a respeito da questão do cotovelo armado ("elbow the enemy") : ele tem ajudado no BH mas não muito no FH e saque.
Agora em partes:
FH
Até esqueci, nos últimos jogos e treinos, de tentar armar mais o cotovelo (vide abaixo).
FH (inconstante e sem feel) e o saque chapado (sem potência, fluidez ou controle).
Antes disso, e tudo junto, um feedback a respeito da questão do cotovelo armado ("elbow the enemy") : ele tem ajudado no BH mas não muito no FH e saque.
Agora em partes:
FH
Até esqueci, nos últimos jogos e treinos, de tentar armar mais o cotovelo (vide abaixo).
Depois de passar uns dias observando o FH de alguns bons amadores no YouTube e de algumas tenistas da WTA, resolvi experimentar preparar o FH com a face da raquete voltada para trás.
Parece dar certo, apesar de tornar o backswing mais longo. E faz sentido pois, do mesmo modo como o cotovelo armado, essa preparação também dá mais espaço para acelerar a raquete.
Resolvi testar, já que copiar o Kyrgios, Federer e Delpo não estava dando certo. E pensando bem, meu físico (altura, massa muscular, proporção entre tronco e membros) é mais próximo de uma Simona...
Outro ponto positivo é que esta preparação favorece uma fase posterior em que a face da raquete fica (mais) paralela ao solo, semelhante ao "tap the dog".
Saque
Como já disse em outro post, o saque chapado não estava bom por causa do movimento travado no "arco e flecha" (trophy pose). Que sirva de lição: é preciso corrigir o movimento todo e não uma parte só. Começa com a elevação do braço direito mais para trás, ligeiramente fletido (fig. 3).
E tudo vai se encontrando pelo caminho e mostrando que o pessoal da ATP sabe das coisas:
- a posição inicial deve ser mesmo mais de lado para a quadra (pé direito paralelo à linha de base);
- o braço do toss deve ficar mais esticado (fig. 3 e 4);
- ombro direito mais alto que o esquerdo (fig. 3 e 4) e depois trocando (fig. 5 em diante);
- na hora do contato, o corpo ainda está meio de lado para a quadra (fig. 7).
No contato, às vezes dá impressão de que estou batendo a face da raquete no topo da bola e não por trás dela (tive essa impressão também ao ver Llefty sacando).
Hoje iniciei o treino de saque com a Six.One, bem pesada, e quando troquei pela Pure Drive, o saque parecia até fácil. Agora é consolidar o golpe e ver se ele sai em situação de jogo.
BH
Aí sim, o cotovelo parece que me ajudou. E ao reparar mais, quase todos os tenistas com um OHBH armam o golpe desse modo.
domingo, 10 de setembro de 2017
Para melhorar o contato no FH
Ontem parece que novamente perdi o bom FH que vinha apresentando nos últimos jogos. Impressão de que a raquete não estava amassando bem a bola.
Não esquecer:
Usar mais as pernas.
Não bater com o corpo muito de frente para a quadra.
Experimentar também:
Chumbo 3-9 horas na Pure Drive.
Manter o punho relaxado.
Visualizar o contato com a face da raquete um pouco fechada (mesmo que isso não seja totalmente verdadeiro pois normalmente no contato a face está vertical).
Obs.: Não tenho ainda um veredito sobre o FH com a PD customizada, mas o saque chapado me pareceu muito bom com 2g em cada posição.
Não esquecer:
Usar mais as pernas.
Não bater com o corpo muito de frente para a quadra.
Experimentar também:
Chumbo 3-9 horas na Pure Drive.
Manter o punho relaxado.
Visualizar o contato com a face da raquete um pouco fechada (mesmo que isso não seja totalmente verdadeiro pois normalmente no contato a face está vertical).
Obs.: Não tenho ainda um veredito sobre o FH com a PD customizada, mas o saque chapado me pareceu muito bom com 2g em cada posição.
sexta-feira, 8 de setembro de 2017
Treino no sítio
Primeiro serviço chapado:
Posição inicial não muito de lado.
Toss tradicional, na frente do ombro direito ( a bola cai na frente do pé da frente, no caso o esquerdo).
Pode ser ligeiramente mais alto do que de costume.
Armar o arco-e-flecha.
Não estender o punho.
Concentrar no contato acima do ombro direito.
Coice.
Porcentagem atual: cerca de 50% (aceitável, precisa melhorar).
Testei e não funciona:
Posição inicial mais de lado.
Toss mais à frente/esquerda.
Segundo serviço:
Meu tradicional é bom o suficiente (sem arco-e-flecha, empunhadura de esquerda, toss usual).
O toss para o saque slice pode ser um pouco para a direita e para dentro da quadra ou caindo em cima da cabeça - a definir.
FH:
Ao aquecer no mini tênis e para colocar bolas junto à rede, melhor não armar muito o cotovelo, pois diminui o controle.
BH:
Parece estar funcionando o cotovelo esquerdo armado na preparação, mantendo a mão esquerda por mais tempo na raquete - isso ajuda na pequena volta da raquete atrás do corpo.
BH slice agressivo é preferencialmente batido pouco abaixo do nível da cintura.
Posição inicial não muito de lado.
Toss tradicional, na frente do ombro direito ( a bola cai na frente do pé da frente, no caso o esquerdo).
Pode ser ligeiramente mais alto do que de costume.
Armar o arco-e-flecha.
Não estender o punho.
Concentrar no contato acima do ombro direito.
Coice.
Porcentagem atual: cerca de 50% (aceitável, precisa melhorar).
Testei e não funciona:
Posição inicial mais de lado.
Toss mais à frente/esquerda.
Segundo serviço:
Meu tradicional é bom o suficiente (sem arco-e-flecha, empunhadura de esquerda, toss usual).
O toss para o saque slice pode ser um pouco para a direita e para dentro da quadra ou caindo em cima da cabeça - a definir.
FH:
Ao aquecer no mini tênis e para colocar bolas junto à rede, melhor não armar muito o cotovelo, pois diminui o controle.
BH:
Parece estar funcionando o cotovelo esquerdo armado na preparação, mantendo a mão esquerda por mais tempo na raquete - isso ajuda na pequena volta da raquete atrás do corpo.
BH slice agressivo é preferencialmente batido pouco abaixo do nível da cintura.
sábado, 2 de setembro de 2017
Elbow the enemy III
No BH topspin também. No caso, do lado não dominante (cotovelo esquerdo).
Manter a mão esquerda mais tempo na raquete e armar o cotovelo na preparação parecem colocar a face da raquete em posição mais favorável para acelerar. Note o desvio radial do punho direito (Thiem) e extensão do punho em ambos.
![]() |
| Kohlshreiber |
![]() |
| Thiem |
domingo, 7 de maio de 2017
Iniciar ataque com FH inside out não é a melhor opção.
Em alguns jogos eu tento iniciar o ataque com um FH I-O (inside out), tentando explorar um BH fraco do adversário. Às vezes funciona, mas talvez exista uma maneira melhor, com FH cruzado.
1) Durante um jogo, é mais frequente ter chance de cruzar um bom FH do que mandar um bom I-O.
2) Se o I-O não for agressivo, fico vulnerável, com a quadra aberta. Especialmente se o oponente for capaz de produzir um FH I-I (inside-in).
3) A resposta do adversário ao meu FH I-O pode ser:
a) Cruzada, que deve ser respondido na paralela, se eu quiser aproveitar a quadra aberta - um golpe de baixa porcentagem se for de BH e de média se for FH I-I.
b) Paralela, forçando meu deslocamento, o que não é bom pois minha resposta cruzada não vai ser agressiva.
c) A quadra adversária fica aberta no lado do FH, facilitando a defesa.
4) Iniciando o ataque com um bom FH cruzado, a resposta do adversário pode ser:
a) Cruzada, que dá para ser atacada com um FH paralelo na quadra aberta, um golpe que eu gosto.
b) Paralela, que dá para ser defendida com um BH slice sidespin cruzado, outra bola de alta porcentagem.
c) A quadra adversária fica aberta do lado do BH, dificultando a defesa.
Imaginando o contrário, minha defesa contra um bom FH cruzado é responder com um FH cruzado e alto/profundo, dando tempo para reposicionar.
1) Durante um jogo, é mais frequente ter chance de cruzar um bom FH do que mandar um bom I-O.
2) Se o I-O não for agressivo, fico vulnerável, com a quadra aberta. Especialmente se o oponente for capaz de produzir um FH I-I (inside-in).
3) A resposta do adversário ao meu FH I-O pode ser:
a) Cruzada, que deve ser respondido na paralela, se eu quiser aproveitar a quadra aberta - um golpe de baixa porcentagem se for de BH e de média se for FH I-I.
b) Paralela, forçando meu deslocamento, o que não é bom pois minha resposta cruzada não vai ser agressiva.
c) A quadra adversária fica aberta no lado do FH, facilitando a defesa.
4) Iniciando o ataque com um bom FH cruzado, a resposta do adversário pode ser:
a) Cruzada, que dá para ser atacada com um FH paralelo na quadra aberta, um golpe que eu gosto.
b) Paralela, que dá para ser defendida com um BH slice sidespin cruzado, outra bola de alta porcentagem.
c) A quadra adversária fica aberta do lado do BH, dificultando a defesa.
Imaginando o contrário, minha defesa contra um bom FH cruzado é responder com um FH cruzado e alto/profundo, dando tempo para reposicionar.
quinta-feira, 20 de abril de 2017
Implementando uma política para o saque
Definições:
- Primeiro serviço para ace (Pace): chapado, preferencialmente no T.
Porcentagem estimada de saque válido (chute): 30% (1 em 3).
- Primeiro serviço 80% (P80): saque um pouco mais arriscado, pode ser slice aberto deuce, slice fechado ad, kick aberto ad, chapado controlado ou um segundo serviço um pouco mais veloz.
Porcentagem estimada: 60% (2 em 3).
- Segundo serviço (SS): slice/kick de alta porcentagem, no centro do box.
Porcentagem estimada: 80 a 90% (4 em 5).
Estratégias:
Primeiro serviço do game: P80
Devo arriscar um Pace apenas se estiver à frente no placar, nunca em iguais ou primeiro serviço.
Não devo usar Pace se o SS estiver sendo atacado. No caso, usar o P80.
Exemplos:
P80 - 15/0 - Pace - 15/15 - P80 - 30/15 - Pace - 30/30 - P80.....
Estimativa de dupla falta (DF):
DF usando só Pace + SS = errar o Pace e errar SS = 2/3 x 1/5 = 2/15
Digamos que jogue dois sets com 10 games cada, devo sacar no mínimo 10 games x 4 = 40 (este número é maior pois teria que ganhar todos os pontos), sendo estimadas cerca de 5 ou 6 DFs.
DF usando só P80 + SS = 1/3 x 1/5 = 1/15, sendo estimadas 2 ou 3 DFs.
DF mesclando Pace/P80 + SS = 1,5/15 com DF estimada em 4.
Ainda uma advertência: estas estimativas implicam em eventos isolados e não é o que parece ocorrer pois após uma tentativa de ace, o segundo serviço costuma piorar (pelo menos para mim). Uma teoria é que se dou um primeiro saque parecido com o SS, aquele funciona como treino para este. Portanto, a estimativa real de DF para Pace direto + SS é maior que 6 por jogo, um número muito elevado.
Conclusão:
Seguindo a nova política para o saque, haveria uma mescla de Pace e P80, atingindo um percentual de acerto de primeiro serviço de 50%, com DF estimada em 4 (talvez 5) por jogo. Não é ainda o ideal mas funciona como um incentivo para arriscar um pouco mais no serviço. O ideal é treinar mais o Pace e melhorar o percentual de acerto do mesmo. Dizem que bons sacadores têm percentual de acerto do primeiro serviço de uns 60-70% (2 em 3).
- Primeiro serviço para ace (Pace): chapado, preferencialmente no T.
Porcentagem estimada de saque válido (chute): 30% (1 em 3).
- Primeiro serviço 80% (P80): saque um pouco mais arriscado, pode ser slice aberto deuce, slice fechado ad, kick aberto ad, chapado controlado ou um segundo serviço um pouco mais veloz.
Porcentagem estimada: 60% (2 em 3).
- Segundo serviço (SS): slice/kick de alta porcentagem, no centro do box.
Porcentagem estimada: 80 a 90% (4 em 5).
Estratégias:
Primeiro serviço do game: P80
Devo arriscar um Pace apenas se estiver à frente no placar, nunca em iguais ou primeiro serviço.
Não devo usar Pace se o SS estiver sendo atacado. No caso, usar o P80.
Exemplos:
P80 - 15/0 - Pace - 15/15 - P80 - 30/15 - Pace - 30/30 - P80.....
Estimativa de dupla falta (DF):
DF usando só Pace + SS = errar o Pace e errar SS = 2/3 x 1/5 = 2/15
Digamos que jogue dois sets com 10 games cada, devo sacar no mínimo 10 games x 4 = 40 (este número é maior pois teria que ganhar todos os pontos), sendo estimadas cerca de 5 ou 6 DFs.
DF usando só P80 + SS = 1/3 x 1/5 = 1/15, sendo estimadas 2 ou 3 DFs.
DF mesclando Pace/P80 + SS = 1,5/15 com DF estimada em 4.
Ainda uma advertência: estas estimativas implicam em eventos isolados e não é o que parece ocorrer pois após uma tentativa de ace, o segundo serviço costuma piorar (pelo menos para mim). Uma teoria é que se dou um primeiro saque parecido com o SS, aquele funciona como treino para este. Portanto, a estimativa real de DF para Pace direto + SS é maior que 6 por jogo, um número muito elevado.
Conclusão:
Seguindo a nova política para o saque, haveria uma mescla de Pace e P80, atingindo um percentual de acerto de primeiro serviço de 50%, com DF estimada em 4 (talvez 5) por jogo. Não é ainda o ideal mas funciona como um incentivo para arriscar um pouco mais no serviço. O ideal é treinar mais o Pace e melhorar o percentual de acerto do mesmo. Dizem que bons sacadores têm percentual de acerto do primeiro serviço de uns 60-70% (2 em 3).
terça-feira, 4 de abril de 2017
Porque não pensei nisso antes?
Chip and charge. Uma jogada clássica do tênis e que ainda funciona - Federer utiliza de vez em quando, aproveitando que tem um slice eficaz e um bom jogo de rede.
Eu não tenho um bom voleio nem smash, mas tenho um BH slice razoável e meus adversários também não são muito perigosos (se comparados com os do Federer...). No caso, isso se aplica muito bem ao segundo serviço, que costuma ser deficiente e atacável.
A jogada é a seguinte: atacar o segundo serviço, devolvendo com BH slice agressivo na paralela (de preferência quicando no fundo) e subir à rede para o voleio.
Eu não tenho um bom voleio nem smash, mas tenho um BH slice razoável e meus adversários também não são muito perigosos (se comparados com os do Federer...). No caso, isso se aplica muito bem ao segundo serviço, que costuma ser deficiente e atacável.
A jogada é a seguinte: atacar o segundo serviço, devolvendo com BH slice agressivo na paralela (de preferência quicando no fundo) e subir à rede para o voleio.
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