quarta-feira, 23 de outubro de 2019
Considerações a respeito do sweetspot das raquetes
Na época em que adquiri a versão de 2015 da raquete Pure Drive, lembro de ter lido o seguinte:
"Before Babolat updated the Pure Drive -- one of the most popular racquets in the world and a racquet that has helped transform the modern game of tennis -- Babolat decided to analyze where players typically make contact with the ball. This analysis resulted in a new design that moves the sweetspot closer to the tip of the racquet"....(Tennis Warehouse)
Por cerca de dois anos, ela foi minha raquete número um, a primeira escolha. Será que era por causa do sweetspot mais próximo da ponta da raquete? Não sei.
Mês passado, a família da minha irmã começou a fazer aula de tênis. Minha irmã é muito observadora:
"- Nossa! O professor bate na bolinha com tanta facilidade! Parece que ele sempre acerta o sweetspot. Até o barulho é diferente!"
Fiquei pensando em uma possibilidade: então, normalmente, nós tenistas meros mortais intermediários, não usamos adequadamente o sweetspot.
Hoje, ao treinar no paredão com uma outra raquete (minha atual número um, a Six.One), tentei fazer contato com a bola (no FH) em um ponto um pouco mais próximo do cabo da raquete. Parece melhor, mas é apenas uma primeira impressão.
xxx
Outras reflexões:
1) Essa Pure Drive parecia muito sensível em relação ao encordoamento, isto é, se comportava de modo muito diferente de acordo com o tipo de corda e também conforme o encordoamento ia envelhecendo na raquete. Esse foi um dos motivos para ela perder o posto de raquete número um.
Outra coisa é que fui achando que precisava de mais controle do que potência.
2) Esse é um dos problemas de treinar com pouca frequência: às vezes eu faço um ajuste muito específico em um golpe (por exemplo, esse negócio de acertar a bola mais perto do cabo), gosto do resultado mas acabo perdendo esse ajuste por não treinar antes de esquecer.
É um dos motivos para manter o blog, um arquivo daquilo que já tentei mudar.
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