quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Volta às quadras

Depois de quase dois meses sem encostar na raquete, joguei um pouco no parque (Robson).

Joguei bem mal, as pernas não obedeciam direito e deu madeira mais que o usual...

Há esperanças para minha carreira tenística?

Pelo menos a saúde parece que voltou.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Pré temporada

   No início do mês eu estava animado com a perspectiva de férias e mais tempo livre para me preparar para a temporada de tênis 2018.
 
  Aí, do nada, me veio essa tossinha seca e mialgia, acompanhadas de uma fadiga bem estranha.

  Estou há uma semana sem nenhum tipo de treino.

  Espero que não seja nada grave.




   O pior é isso: não ter um diagnóstico.

sábado, 16 de dezembro de 2017

Anotação de treino

Saque

É estranho, mas para um bom saque kick, deve haver pronação do antebraço. Minha tendência é "cavar" a bola por fora ("scoop"), gerando slice.

Para o slice e o kick, ajuda ficar mais de lado (quase de costas) para a quadra.

Uma advertência porém:

Não é exatamente (ou tão somente) a posição inicial de saque mais de lado e sim girar mais os ombros durante o toss.


www.revolutionarytennis.com (recomendo)




Smash (parente do saque)

Apontar para a bola com a mão esquerda, preparar a raquete logo atrás da cabeça.

FH

Testei a ProStaff do meu primo no paredão. Com o grip SW é difícil usá-la. Muito mais fácil a PD.

Falta achar o melhor ponto de contato para o novo FH - paredão e drop feed.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Saque, em etapas.

    Em busca de uma solução para meu saque chapado que não entra, vi outro vídeo no You Tube,  de um canal chamado "feel tennis instruction".

    A parte que achei mais interessante foi o exercício para chegar ao "trophy pose", checando se a raquete está logo atrás da cabeça (foto 4, abaixo), e o passo seguinte que é fazer o toss  e bater na bola, a partir de lá.



    Hoje fiquei fazendo esses dois exercícios e depois joguei dois sets com o Rafael, um cara bom.

    Parece que o saque já melhorou um tiquinho.

    FH: foi bem, o grip SW está ajudando. Preciso acostumar a direcionar melhor o novo golpe.

    BH: ainda muito slice, preciso confiar mais no topspin.

 

domingo, 10 de dezembro de 2017

Anotações de treino

FH

Entre os vários tons possíveis de SW, meu grip parece que vai ficar no SW tradicional, base do indicador na faceta oblíqua número 4.

Saque

1) O chapado teima em não funcionar, está ficando em geral na rede.

 Um possível ajuste é caprichar na altura do toss mas impactar a bola um pouquinho mais baixa (batendo mais para frente do que de cima para baixo).

 Falando em melhorar o toss, preciso manter o braço esquerdo mais vertical e não baixá-lo muito cedo. Dácio Campos já falava algo semelhante no smash - não debruçar na bola, se não fica na rede.

 Tenho treinado especificamente o chapado central nos iguais e aberto ad, que são os mais difíceis para mim. Quando tento chapar livre, sem alvo, a porcentagem melhora (um pouco).

2) O Kick está melhorando. A posição inicial pode ser mais de lado para quadra, toss com braço paralelo à linha de base. Grip pode ser até mais para BH. Ainda está saindo mais slice do que kick.

3) Saque slice agressivo parece uma boa opção, estou conseguindo imprimir uma boa velocidade e bastante spin. Também dá para usar grip mais para BH.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Plano de rotação dos ombros ao sacar

  Fiquei pensando sobre minha nova categoria de saque, um slice mais forçado. O efeito (spin) é acentuado porque o tronco quase não inclina ao longo do contato e o plano de rotação dos ombros é mais horizontal. Parece saque de tiozinho preguiçoso ou com artrose.

 Um passo adiante no raciocínio, para ter um spin maior no saque kick (topspin), eu também devo mudar o plano de rotação, tornando-o mais vertical.

  Existe evidência disso?

 Observe a posição do tronco nas fotos.



Ache um ponto fraco do adversário

No site da Tennis Warehouse tem um fórum de discussão e esse tema de pontos fracos do adversário foi debatido. Mais especificamente, como encontrá-los.

Um participante disse um negócio interessante. Ele entra em quadra com certas ideias pré concebidas sobre o oponente:
- O BH é fraco ou pelo menos mais fraco que o FH
- Não gosta de bolas muito altas ou muito baixas
- Segundo saque atacável
- Vulnerável ao saque slice aberto
- Etc...

E durante o jogo vai testando até que o oponente prove o contrário. Ou não.

Às vezes vejo no YouTube jogos amadores e tento descobrir um ponto fraco dos jogadores. Quanto melhor o tenista, mais difícil é a tarefa pois os pontos fracos não são óbvios. E às vezes torna-se questão de escolher a opção menos pior.

Tipo, "o BH do cara é muito bom, mas o FH é destruidor. Logo, devo mandar preferencialmente no BH".