quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Ajustes promissores para a temporada 2018


Forehand

 Um ajuste para o FH que tentei um tempo atrás foi mudar da minha tradicional empunhadura eastern (base do indicador na faceta maior, paralela ao encordoamento) para semi-western ( vai para a faceta oblíqua adjacente, mais abaixo).

   Esse grip parece ser o mais comum entre os profissionais, tanto no masculino como feminino.
Teoricamente, ele facilita gerar topspin pois a face da raquete fica mais fechada e o movimento deve ser um pouco mais verticalizado, levantando a bola.

   O antigo professor orientou, a meu pedido, essa troca de grip em uma determinada aula ano passado mas achei muito estranho e não deu certo, a bola ficava na rede.

   Hoje experimentei novamente, um ajuste bem suave para semi-western, e fiquei surpreso ao ver que estava conseguindo mais topspin e ao mesmo tempo acelerando a bola, com bom feel.

   Bom FH, sem nem mesmo pensar nos outros ajuste que estava testando (punho e cotovelo mais armados). Isso pode ser sinal de que estou no caminho certo, tudo se encaixando naturalmente.

   Outra coisa é que, na preparação, a face da raquete fica quase automaticamente paralela ao solo, um requisito do FH (para Tom Avery). 




   O ponto fraco desse grip são as bolas baixas.

Saque

   Outro ajuste que parece promissor é para o saque, também envolvendo o grip.

    Utilizando um grip apenas ligeiramente voltado para o BH, dá para sacar chapado usando uma pronação mais acentuada (voluntária) no momento do contato. A face da raquete se volta para fora, à direita do corpo.



  Com o mesmo grip, consegui dar alguns kicks que realmente saltaram da quadra. Preciso lembrar do toss mais à esquerda (11 horas, para dentro da quadra) e de sincronizar os braços (down together/up together, estilo Wawrinka). Minha tendência ainda é sacar o slice ao invés do kick.

  






 

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