1) Analisando os resultados de Rcam, parece que o segredo para ganhar dele não é o saque (ganhou com relativa facilidade de Llefty e MarB que sacam melhor do que eu).
Isso não me isenta da responsabilidade de sacar bem. Mas não devo arriscar demais no saque.
2) Segundo CH, o lado mais forte de Rcam é o BH. Vamos então testar o FH (já sei que este não é ruim...).
3) Já escrevi que o jogo de rede dele não é muito bom. Posso testar atraí-lo para rede com um slice curto e veloz.
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Feedback
Perdi 1/6 3/6 em erros variados: slice na rede, duplas faltas, FH sem potência ou controle (tive de trocar e usar a Pure Drive nova), BH topspin na rede, devoluções de saque para fora...
Ele mudou um pouco o saque e já não depende muito do saque no T.
O jogo de rede continua só mais ou menos, perdeu alguns voleios fáceis e approachs.
De minha parte, consegui fechar alguns games de saque graças ao novo chapado , está realmente melhor (precisei arriscar pois o negócio estava feio...).
sexta-feira, 3 de novembro de 2017
FH, saque, boliche, martelo e aceleração linear x angular
Em um post anterior, já tinha percebido a importância de acelerar a raquete de modo mais linear do que angular no FH (angular = com ênfase na rotação do tronco). Fiquei pensando se haveria alguma evidência nesse sentido observando videos da ATP.
Parecia haver. A aceleração da raquete, entre o fim do backswing até logo após o contato ocorre num plano relativamente estreito, com a raquete percorrendo-o de trás para frente. Isso é especialmente visível quando a bola vem baixa.
Mas agora percebo que também existe aceleração angular, só que não no plano horizontal.
Já tinha visto alguns instrutores orientando bater o FH como se estivesse jogando boliche, o braço fazendo um movimento pendular de trás para diante e quase verticalizado. Isso não apenas mantém a raquete num plano estreito e acelerando de forma predominantemente linear mas também acrescenta uma aceleração angular - o pêndulo do braço.
No saque, a aceleração da raquete também ocorre num plano estreito (até mais estreito que no FH). Nesse caso também há "rotação" e aceleração angular (a raquete descreve uma curva ao passar acima da cabeça ao acelerar) e isso explica em parte a velocidade maior que no FH.
E porque no FH acentuar a rotação do tronco e do braço (no plano horizontal) não ajuda? Já tentei e tenho a impressão de que o golpe fica com cara de arremesso de martelo. Para compensar a força "centrífuga" (isto é, a inércia fazendo a raquete fugir pela tangente), o corpo acaba pendendo para o lado oposto, o que é indesejável.
Parecia haver. A aceleração da raquete, entre o fim do backswing até logo após o contato ocorre num plano relativamente estreito, com a raquete percorrendo-o de trás para frente. Isso é especialmente visível quando a bola vem baixa.
Mas agora percebo que também existe aceleração angular, só que não no plano horizontal.
Já tinha visto alguns instrutores orientando bater o FH como se estivesse jogando boliche, o braço fazendo um movimento pendular de trás para diante e quase verticalizado. Isso não apenas mantém a raquete num plano estreito e acelerando de forma predominantemente linear mas também acrescenta uma aceleração angular - o pêndulo do braço.
No saque, a aceleração da raquete também ocorre num plano estreito (até mais estreito que no FH). Nesse caso também há "rotação" e aceleração angular (a raquete descreve uma curva ao passar acima da cabeça ao acelerar) e isso explica em parte a velocidade maior que no FH.
E porque no FH acentuar a rotação do tronco e do braço (no plano horizontal) não ajuda? Já tentei e tenho a impressão de que o golpe fica com cara de arremesso de martelo. Para compensar a força "centrífuga" (isto é, a inércia fazendo a raquete fugir pela tangente), o corpo acaba pendendo para o lado oposto, o que é indesejável.
Isso não ocorre no saque e na técnica do "boliche" pois a inércia da raquete é combatida pela própria gravidade (peso do corpo) e pela sustentação do braço e tronco no plano vertical, respectivamente.
Outra ideia que me ocorre é que há também aceleração angular importante centrada no punho ("lag and snap").
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Atualização ou o que ando copiando da ATP e WTA
Nas últimas semanas, depois de jogos irregulares, alternando alguns bons com Doc e outros nem tanto, resolvi experimentar algumas coisas novas em relação às minhas atuais preocupações:
FH (inconstante e sem feel) e o saque chapado (sem potência, fluidez ou controle).
Antes disso, e tudo junto, um feedback a respeito da questão do cotovelo armado ("elbow the enemy") : ele tem ajudado no BH mas não muito no FH e saque.
Agora em partes:
FH
Até esqueci, nos últimos jogos e treinos, de tentar armar mais o cotovelo (vide abaixo).
FH (inconstante e sem feel) e o saque chapado (sem potência, fluidez ou controle).
Antes disso, e tudo junto, um feedback a respeito da questão do cotovelo armado ("elbow the enemy") : ele tem ajudado no BH mas não muito no FH e saque.
Agora em partes:
FH
Até esqueci, nos últimos jogos e treinos, de tentar armar mais o cotovelo (vide abaixo).
Depois de passar uns dias observando o FH de alguns bons amadores no YouTube e de algumas tenistas da WTA, resolvi experimentar preparar o FH com a face da raquete voltada para trás.
Parece dar certo, apesar de tornar o backswing mais longo. E faz sentido pois, do mesmo modo como o cotovelo armado, essa preparação também dá mais espaço para acelerar a raquete.
Resolvi testar, já que copiar o Kyrgios, Federer e Delpo não estava dando certo. E pensando bem, meu físico (altura, massa muscular, proporção entre tronco e membros) é mais próximo de uma Simona...
Outro ponto positivo é que esta preparação favorece uma fase posterior em que a face da raquete fica (mais) paralela ao solo, semelhante ao "tap the dog".
Saque
Como já disse em outro post, o saque chapado não estava bom por causa do movimento travado no "arco e flecha" (trophy pose). Que sirva de lição: é preciso corrigir o movimento todo e não uma parte só. Começa com a elevação do braço direito mais para trás, ligeiramente fletido (fig. 3).
E tudo vai se encontrando pelo caminho e mostrando que o pessoal da ATP sabe das coisas:
- a posição inicial deve ser mesmo mais de lado para a quadra (pé direito paralelo à linha de base);
- o braço do toss deve ficar mais esticado (fig. 3 e 4);
- ombro direito mais alto que o esquerdo (fig. 3 e 4) e depois trocando (fig. 5 em diante);
- na hora do contato, o corpo ainda está meio de lado para a quadra (fig. 7).
No contato, às vezes dá impressão de que estou batendo a face da raquete no topo da bola e não por trás dela (tive essa impressão também ao ver Llefty sacando).
Hoje iniciei o treino de saque com a Six.One, bem pesada, e quando troquei pela Pure Drive, o saque parecia até fácil. Agora é consolidar o golpe e ver se ele sai em situação de jogo.
BH
Aí sim, o cotovelo parece que me ajudou. E ao reparar mais, quase todos os tenistas com um OHBH armam o golpe desse modo.
sábado, 28 de outubro de 2017
Análise de jogo -TG
Amigo TG
Como já havia escrito, os pontos fracos continuam: saque e movimentação.
O problema é que não consegui explorar muito o saque fraco, errei várias devoluções.
Mas ganhei pontos em drop shots e combos saque aberto e segunda bola do outro lado.
Não estava sentindo bem o FH, errei várias bolas sem peso.
Para melhorar o feel, pensar em "levar" a bola e não chapar. Ajuda também expiração e caprichar no lag da raquete.
Como já havia escrito, os pontos fracos continuam: saque e movimentação.
O problema é que não consegui explorar muito o saque fraco, errei várias devoluções.
Mas ganhei pontos em drop shots e combos saque aberto e segunda bola do outro lado.
Não estava sentindo bem o FH, errei várias bolas sem peso.
Para melhorar o feel, pensar em "levar" a bola e não chapar. Ajuda também expiração e caprichar no lag da raquete.
quarta-feira, 25 de outubro de 2017
Aperfeiçoando o saque
A ideia de armar um arco e flecha para sacar até é válida, mas do jeito que eu estava executando, o movimento estava travado e sem fluência - cotovelo arma para trás, raquete breca e vai para frente, como na cortada do vôlei.
Hoje alterei um pouco a preparação do braço direito na fase de elevação, esticando-o um pouco mais para trás (primeira imagem).
É preciso sentir o funcionamento do braço "encolhendo" (isto é, fletindo o cotovelo) e depois esticando para o contato. E com isso, parece fazer sentido assumir uma posição inicial mais de lado para quadra (veja na primeira imagem a posição dos pés).
sexta-feira, 20 de outubro de 2017
Briefing revanche com CH
1) Sacar melhor. Como ainda não calibrei o chapado, investir num P80 estilo segundo saque forçado.
2) Evitar o ponto forte que é o FH que ele bate perto da linha de centro ou fugindo do BH.
Fazer pelo menos ele dar uns três passos para bater, angulando mais as bolas, usando paralelas e FH I-I. Não ficar toda hora cruzando o BH slice, pois essa bola acaba sendo atacada.
3) Na hora que ele engata uma sequência de FHs agressivos, experimentar encher a bola de spin e direcionar para um dos cantos (difícil...). Vejamos se ele tem um smash de fundo.
4) O BH dele já não é tão deficiente. mas ainda é o lado mais fraco. Na dúvida, é esse o lado a ser atacado.
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Feedback
Perdi novamente, mas joguei bem melhor 4/6 7/6 10/6.
Saquei melhor. Lembrar de sacar no BH dele.
Defendi vários FH agressivos com balões (não é bonito mas é relativamente eficiente).
E o BH dele realmente é o lado fraco, foi importante martelar desse lado..
Tive algumas chances mas joguei mal pontos cruciais (segundo set cheguei a abrir 4/2).
2) Evitar o ponto forte que é o FH que ele bate perto da linha de centro ou fugindo do BH.
Fazer pelo menos ele dar uns três passos para bater, angulando mais as bolas, usando paralelas e FH I-I. Não ficar toda hora cruzando o BH slice, pois essa bola acaba sendo atacada.
3) Na hora que ele engata uma sequência de FHs agressivos, experimentar encher a bola de spin e direcionar para um dos cantos (difícil...). Vejamos se ele tem um smash de fundo.
4) O BH dele já não é tão deficiente. mas ainda é o lado mais fraco. Na dúvida, é esse o lado a ser atacado.
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Feedback
Perdi novamente, mas joguei bem melhor 4/6 7/6 10/6.
Saquei melhor. Lembrar de sacar no BH dele.
Defendi vários FH agressivos com balões (não é bonito mas é relativamente eficiente).
E o BH dele realmente é o lado fraco, foi importante martelar desse lado..
Tive algumas chances mas joguei mal pontos cruciais (segundo set cheguei a abrir 4/2).
sábado, 14 de outubro de 2017
Análise de jogo - RikN
Novo jogo com RikN.
Desta vez o jogo foi mais difícil, saí de 0/2 para fechar o primeiro set 6/2 e o segundo ainda mais apertado, saindo de 0/2 novamente e fechando 6/4.
O saque dele melhorou e o DHBH continua bem razoável, não se incomodando muito com meus slices. Ainda não consegue ser agressivo no FH e o jogo de rede é médio (não sobe muito também).
Da minha parte, muitos erros não forçados, parecia que a bola não estava pegando spin e saindo no fundo. Errei vários slices de approach. Não arrisquei o saque chapado mas usei o P80 (estilo segundo serviço um pouco mais veloz) com sucesso.
Desta vez o jogo foi mais difícil, saí de 0/2 para fechar o primeiro set 6/2 e o segundo ainda mais apertado, saindo de 0/2 novamente e fechando 6/4.
O saque dele melhorou e o DHBH continua bem razoável, não se incomodando muito com meus slices. Ainda não consegue ser agressivo no FH e o jogo de rede é médio (não sobe muito também).
Da minha parte, muitos erros não forçados, parecia que a bola não estava pegando spin e saindo no fundo. Errei vários slices de approach. Não arrisquei o saque chapado mas usei o P80 (estilo segundo serviço um pouco mais veloz) com sucesso.
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