segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Breve anotação de treino. 50 tons de semi-western

FH

Com o novo grip semi-western estou mandando mais bolas na rede. Dá impressão de que tenho que acelerar mais a raquete, caprichando no backswing. Que tal estilo Nadal?

1) Punho estendido (chamo de inclinação negativa, a face da raquete fica algo aberta para cima).

                           


2) O punho relaxa naturalmente (como se puxasse um elástico e ele voltasse).



A partir daí acelera até o contato.

Para lembrar: os jogadores profissionais usam várias gradações de SW.

Federer usa um grip quase Eastern e o Nishikori quase Western. 

Onde vai ficar o meu grip? A definir.

Saque

"One grip fits all" valendo.

 O grip ligeiramente para BH está melhor do que o continental para sacar chapado aberto no lado da vantagem. Com o continental fica mais na rede.

Nova categoria de saque: mega slice. Dar o saque como de costume mas com contato numa altura mais baixa e exagerando o spin. Esse entorta bem para fora...



domingo, 3 de dezembro de 2017

W. T. Gallwey ("O jogo interior de tênis")

   Golpes de fundo de quadra

   "Se um jogador consegue produzir topspin pelo menos de média intensidade, ele se livra da necessidade de complicar seu golpe com outros recursos destinados a controlar a bola. Além disso, ao descobrir como é difícil jogar para fora da quadra uma bola com topspin, ele passa a bater mais forte e com mais confiança, entrando na jogada sem o usual medo de que ela saia."  [Adaptado]

  É exatamente isso que sinto a respeito do FH atualmente: estou tentando várias modificações e segurando o braço na hora de bater por medo que a bola saia na profundidade. Primeira coisa é dominar e aumentar o topspin. Passei décadas batendo o FH chapado demais...

  Novo grip: lembrar de espalhar mais o indicador, melhorando a alavanca para o topspin e aumentando a estabilidade.






sábado, 2 de dezembro de 2017

Treino de saque e paredão

FH

Tenho impressão de que o bom "feel" ocorre quando há deformação das cordas na geração do topspin, especialmente com a face da raquete um pouco oblíqua e não vertical. E isso ocorre mais facilmente com o grip semi-western.

As fotos de profissionais, mostrando a face da raquete vertical no contato, podem ser enganosas pois às vezes a raquete (momentaneamente) fica vertical devido ao contato com a bola. Veja por exemplo um BH slice em câmera lenta. Parece que há dois tempos na trajetória da cabeça da raquete, um primeiro em que ela começa a acelerar de cima para baixo aberta (uns 45°) e outro no contato em que a face fica vertical e acentua o movimento para baixo.

Vide em 1:01 o BH slice

Testei hoje o FH semi-western, foi bem, mas senti certa dificuldade em bater aberto para a direita (isto é, direcionado para o Ad side). Está ficando na rede. Lembrar de girar mais o corpo de lado na preparação.

Saque

One grip fits all.

Dá para executar todos os saques com um grip ligeiramente voltado para o BH.

Chapado 90%: toss habitual, usar o quadril, não dar ênfase ao cotovelo, contato ainda  meio de lado, pronação natural (não forçada), punho relaxado.

Dar ênfase ao cotovelo está provocando spin, mais ou menos como no saque de Llefty, que não é um chapado verdadeiro.

Kick: toss 11 horas, braços sincronizados (down together/up together), usar o cotovelo para provocar elevação da cabeça da raquete além do ponto de contato, escovando a bola de baixo para cima, dar mais ênfase para aceleração à frente do que tenho feito usualmente (evitando a rede), punho relaxado.

Slice: toss 1 hora (mais à direita), mecânica semelhante ao kick só que atingindo mais a lateral da bola.

Lembrar: quanto mais o grip se volta para o BH, mais spin e menos penetração. E vice versa.

Opinião de W. T. Gallwey ("O jogo interior de tênis"):

"Os principiantes poderão não achar fácil começar a dar o saque com uma empunhadura de BH. Eu recomendaria que começassem com uma empunhadura continental e lentamente passassem à empunhadura de BH à medida que se torne mais confortável."

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Poran, sábio do tênis

Deu uma dica importante, que vi aplicada na prática.

Quando perceber que a bola vai quicar perto dos pés, ao invés de tentar um bate pronto, antecipar e devolver a bola antes do quique, como um voleio baixo. É mais fácil.

Outra coisa é sempre antecipar o golpe do adversário, prestando atenção na preparação e movimento da raquete. Se a preparação é curta, já entrar uns passo na quadra.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Ajustes promissores para a temporada 2018


Forehand

 Um ajuste para o FH que tentei um tempo atrás foi mudar da minha tradicional empunhadura eastern (base do indicador na faceta maior, paralela ao encordoamento) para semi-western ( vai para a faceta oblíqua adjacente, mais abaixo).

   Esse grip parece ser o mais comum entre os profissionais, tanto no masculino como feminino.
Teoricamente, ele facilita gerar topspin pois a face da raquete fica mais fechada e o movimento deve ser um pouco mais verticalizado, levantando a bola.

   O antigo professor orientou, a meu pedido, essa troca de grip em uma determinada aula ano passado mas achei muito estranho e não deu certo, a bola ficava na rede.

   Hoje experimentei novamente, um ajuste bem suave para semi-western, e fiquei surpreso ao ver que estava conseguindo mais topspin e ao mesmo tempo acelerando a bola, com bom feel.

   Bom FH, sem nem mesmo pensar nos outros ajuste que estava testando (punho e cotovelo mais armados). Isso pode ser sinal de que estou no caminho certo, tudo se encaixando naturalmente.

   Outra coisa é que, na preparação, a face da raquete fica quase automaticamente paralela ao solo, um requisito do FH (para Tom Avery). 




   O ponto fraco desse grip são as bolas baixas.

Saque

   Outro ajuste que parece promissor é para o saque, também envolvendo o grip.

    Utilizando um grip apenas ligeiramente voltado para o BH, dá para sacar chapado usando uma pronação mais acentuada (voluntária) no momento do contato. A face da raquete se volta para fora, à direita do corpo.



  Com o mesmo grip, consegui dar alguns kicks que realmente saltaram da quadra. Preciso lembrar do toss mais à esquerda (11 horas, para dentro da quadra) e de sincronizar os braços (down together/up together, estilo Wawrinka). Minha tendência ainda é sacar o slice ao invés do kick.

  






 

domingo, 26 de novembro de 2017

Novo jogo Hpcc

Jogo bem duro no primeiro set, estava 2/5 e consegui virar para 7/5.

No segundo, acho que Hpcc desistiu mentalmente e foi fácil (6/2).

Lembrar de sacar mais no BH pois a devolução de FH é boa. Na troca de bola também, direcionar mais para o BH.

Continua levando uns lobs (apesar de ter acertado mais o smash) e às vezes sofre com meu BH slice sidespin.

Meu saque estilo SS forçado (slice) foi bem, em particular direcionado ao BH e no corpo. Direcionado ao FH só funcionou se muito aberto e com bastante efeito.

Troféu melhores do ano no Ranking

Um ano de Ranking.

Foi uma experiência positiva, tive bons jogos e conheci estilos diferentes. Não melhorei muito tecnicamente, mas vi com mais clareza onde devo trabalhar.

E o vencedor na categoria____é... (na minha opinião):

FH: 

CH, consistente  e veloz.

Menção honrosa: Hpcc, especialmente devolvendo saque no deuce side.

DHBH:

Rcam

Menção honrosa: RikN, devolvendo meu slice como se não fosse nada.

OHBH:

Helix

Obs.: Sliceman vem chegando aê...

SAQUE:

Rcam, que agora saca aberto também.

Menção honrosa: Llefty (efeito de canhoto), MarB e Hpcc (ambos com bom chapado).

SLICE: (agora inventei...)

Sliceman, claro...Modéstia à parte, ganhei muitos pontos com ele ao longo do ano.
O slice é um golpe subestimado mas é muito útil na defesa (tanto no FH como no BH), no contra-ataque (gosto de cruzar baixo o BH slice quando o adversário está na rede) e para approach. O pessoal fica admirado ao ver Federer dar passadas com o BH slice. Eu também executei passadas do mesmo modo este ano (umas três ou quatro).