Paredão e saque.
BH:
Concentrar no cotovelo armado ao preparar, com a raquete mais em pé do que horizontal (o estilo Thiem parece deixar o golpe muito chapado). Visualizar o contato com a face da raquete um pouco fechada pode ajudar.
FH:
Parece consolidado.
Saque:
Treinei o slice aberto deuce, slice no "T" ad e chapados, com porcentagens melhorando.
No slice aberto deuce, a tendência é ficar na rede, preciso imprimir um pouco mais de velocidade. O toss costuma ser mais para a direita - quem sabe funcione também um pouco mais para dentro da quadra e um pouquinho mais de frente para a quadra.
No chapado, lembrar de armar o arco-e-flecha. Não esquecer também do coice.
Mostrando postagens com marcador BH. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 6 de setembro de 2017
sábado, 2 de setembro de 2017
Elbow the enemy III
No BH topspin também. No caso, do lado não dominante (cotovelo esquerdo).
Manter a mão esquerda mais tempo na raquete e armar o cotovelo na preparação parecem colocar a face da raquete em posição mais favorável para acelerar. Note o desvio radial do punho direito (Thiem) e extensão do punho em ambos.
![]() |
| Kohlshreiber |
![]() |
| Thiem |
quinta-feira, 24 de agosto de 2017
BH, ajuste ainda não explorado
Ao treinar no paredão parece que posso bater o BH topspin com mais potência e controle se estiver um pouco mais de frente para quadra no contato, mais especificamente de frente para a bola. Isso explica em parte minha dificuldade em cruzar o BH.
sábado, 12 de agosto de 2017
Treino e protesto
Deveria ter jogado hoje, mas a organização da academia deixa a desejar.
Treinei com várias raquetes, saque e paredão.
Na ordem de preferência:
- Pure Drive Nova/Antiga
- Six.One Antiga
FH: parece que o cotovelo armado funciona. Falta por em prática. Lembrar de manter o "lag" até ficar de frente para a quadra.
BH: continua o mistério. Aparentemente melhor puxando a raquete na preparação. com o cotovelo esquerdo armado.
Preciso testar, associado a esse takeback com cotovelo esquerdo armado, um grip mais eastern (base do indicador na faceta de cima).
Saque: armar o cotovelo mas manter a face da raquete fechada ("armando o arco e flecha"). Caprichar na elevação do braço esquerdo no toss - isso já deixa o tronco e ombros em posição favorável. Entortar o tronco parece prejudicar a consistência do saque.
Treinei com várias raquetes, saque e paredão.
Na ordem de preferência:
- Pure Drive Nova/Antiga
- Six.One Antiga
FH: parece que o cotovelo armado funciona. Falta por em prática. Lembrar de manter o "lag" até ficar de frente para a quadra.
BH: continua o mistério. Aparentemente melhor puxando a raquete na preparação. com o cotovelo esquerdo armado.
Preciso testar, associado a esse takeback com cotovelo esquerdo armado, um grip mais eastern (base do indicador na faceta de cima).
Saque: armar o cotovelo mas manter a face da raquete fechada ("armando o arco e flecha"). Caprichar na elevação do braço esquerdo no toss - isso já deixa o tronco e ombros em posição favorável. Entortar o tronco parece prejudicar a consistência do saque.
terça-feira, 20 de junho de 2017
Próximo passo: topspin BH
Analisando os últimos jogos, acho que o FH está razoável, com bom controle, e o BH slice se mantém consistente. mas para avançar um nível, devo investir no topspin BH. Ou então ser radical e mudar para DHBH.
Vendo hoje no YT, coisas que posso tentar:
- No takeback, raquete em pé e punho armado com desvio radial (Thiem, Brady)
- Concentrar em backswing para baixo (o movimento para cima é consequência)
- O cotovelo fica estendido quase o tempo todo (Thiem, Brady - Federer não).
- Terminação alta (não tenho conseguido).
Vendo hoje no YT, coisas que posso tentar:
- No takeback, raquete em pé e punho armado com desvio radial (Thiem, Brady)
- Concentrar em backswing para baixo (o movimento para cima é consequência)
- O cotovelo fica estendido quase o tempo todo (Thiem, Brady - Federer não).
- Terminação alta (não tenho conseguido).
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
BH, esse mistério.
Alguns dizem que o BH (em particular o OHBH) é um golpe mais simples e natural do que o FH.
Dizem (e eu concordo) que é o golpe mais bonito do tênis.
Segundo um antigo professor, é só preparar a raquete para trás e bater na bola esticando o braço. Ele nem se dava ao trabalho de mudar a empunhadura (continental).
Mark Papas: o FH é como uma pistola disparando, enquanto o BH é mais arco-e-flecha.
O FH é sua arma de ataque e o BH, seu escudo.
Eu particularmente divido o BH em dois golpes muito distintos: o topspin e o slice.
Sempre tive dificuldade em usar o BH topspin por não conseguir bom controle, especialmente em bolas altas ou rápidas. Outro fator que limita até hoje o desenvolvimento deste golpe é que meu BH slice sempre foi bom, desde o início.
É um consolo ver que não estou só neste quesito. O maior exemplo foi a Steffi Graff, que batia praticamente só BH slice, um golpe consistente, veloz, rasante e que as adversárias pouco atacavam. O jogo dela não era só esse, claro. Apoiava-se também num dos melhores FH do circuito feminino e num condicionamento físico excepcional. No masculino atualmente lembro do Feliciano Lopez, espanhol canhoto.
BH topspin, o que incluo no check-list:
- Preparação com cabeça da raquete alta, atualmente testando um punho mais "armado" (desvio radial, aproximando mais a raquete do corpo);
- Backswing junto ao corpo, antebraço quase todo estendido no contato;
- O eixo do movimento é o ombro, que se eleva um pouco entre a preparação e a terminação.
- Usar uma raquete de cabeça leve ajuda.
BH slice:
- Preparação alta, atrás da cabeça
- Combinação de fatiar e movimentar para frente a cabeça da raquete, ligeiramente aberta.
Dizem (e eu concordo) que é o golpe mais bonito do tênis.
Segundo um antigo professor, é só preparar a raquete para trás e bater na bola esticando o braço. Ele nem se dava ao trabalho de mudar a empunhadura (continental).
Mark Papas: o FH é como uma pistola disparando, enquanto o BH é mais arco-e-flecha.
O FH é sua arma de ataque e o BH, seu escudo.
Eu particularmente divido o BH em dois golpes muito distintos: o topspin e o slice.
Sempre tive dificuldade em usar o BH topspin por não conseguir bom controle, especialmente em bolas altas ou rápidas. Outro fator que limita até hoje o desenvolvimento deste golpe é que meu BH slice sempre foi bom, desde o início.
É um consolo ver que não estou só neste quesito. O maior exemplo foi a Steffi Graff, que batia praticamente só BH slice, um golpe consistente, veloz, rasante e que as adversárias pouco atacavam. O jogo dela não era só esse, claro. Apoiava-se também num dos melhores FH do circuito feminino e num condicionamento físico excepcional. No masculino atualmente lembro do Feliciano Lopez, espanhol canhoto.
BH topspin, o que incluo no check-list:
- Preparação com cabeça da raquete alta, atualmente testando um punho mais "armado" (desvio radial, aproximando mais a raquete do corpo);
- Backswing junto ao corpo, antebraço quase todo estendido no contato;
- O eixo do movimento é o ombro, que se eleva um pouco entre a preparação e a terminação.
- Usar uma raquete de cabeça leve ajuda.
BH slice:
- Preparação alta, atrás da cabeça
- Combinação de fatiar e movimentar para frente a cabeça da raquete, ligeiramente aberta.
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