Lembrar de usar mais as pernas e o tronco, fazendo o movimento completo.
Não ficar batendo só com o braço. Sinto que isso é um fator que gera o mal contato com a bola, especialmente aquelas sem peso.
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quarta-feira, 12 de julho de 2017
terça-feira, 30 de maio de 2017
O FH do professor
Observei ontem o professor batendo uns FH.
O que tem de peculiar é o cotovelo estendido ao longo de quase todo golpe, com flexão apenas ao fim.
Takeback com a raquete vertical, punho em extensão.
Cotovelo afastado do corpo, movendo-se para frente até o contato.
Terminação com raquete normalmente apontando para baixo.
Vou testar.
O que tem de peculiar é o cotovelo estendido ao longo de quase todo golpe, com flexão apenas ao fim.
Takeback com a raquete vertical, punho em extensão.
Cotovelo afastado do corpo, movendo-se para frente até o contato.
Terminação com raquete normalmente apontando para baixo.
Vou testar.
Novo saque
Testei ontem o saque chapado com posição inicial de frente. A porcentagem de acerto é de cerca de 50%, aceitável (ideal seria 2 em 3, a mesma do P80).
O toss deve ser mais alto e mais para a esquerda em relação ao meu habitual.
Devo testar também esse saque com empunhadura de esquerda, talvez ajude a aumentar a porcentagem, apesar de provocar mais spin e reduzir a velocidade.
O toss deve ser mais alto e mais para a esquerda em relação ao meu habitual.
Devo testar também esse saque com empunhadura de esquerda, talvez ajude a aumentar a porcentagem, apesar de provocar mais spin e reduzir a velocidade.
segunda-feira, 22 de maio de 2017
Não ser ortodoxo pode ser desespero...
É, talvez seja.
De vez em quando vejo alguns jogadores com golpes estranhos - empunhadura curta para sacar, FH slice como primeira opção, saque "waiter tray". Mesmo no profissional temos jogadores como Santoro e Niculescu.
Vou testar mais uma vez o saque chapado de frente (posição inicial com pés paralelos apontando para frente). Há alguns anos fiz uns testes no sítio e o saque até que saiu bem.
"Ih, mas ninguém saca assim!".
Ué, e daí? Santoro foi 17 do mundo com aqueles golpes. Steffi Graf foi número um batendo só BH slice. Posso ser o número um do intermediário com um saque estranho...
E se me lembro bem, meu antigo professor Cornejo sacava parecido.
De vez em quando vejo alguns jogadores com golpes estranhos - empunhadura curta para sacar, FH slice como primeira opção, saque "waiter tray". Mesmo no profissional temos jogadores como Santoro e Niculescu.
Vou testar mais uma vez o saque chapado de frente (posição inicial com pés paralelos apontando para frente). Há alguns anos fiz uns testes no sítio e o saque até que saiu bem.
"Ih, mas ninguém saca assim!".
Ué, e daí? Santoro foi 17 do mundo com aqueles golpes. Steffi Graf foi número um batendo só BH slice. Posso ser o número um do intermediário com um saque estranho...
E se me lembro bem, meu antigo professor Cornejo sacava parecido.
terça-feira, 9 de maio de 2017
Outro lembrete para o saque.
No último treino, o professor chamou atenção a respeito da rotação do tronco e posicionamento do ombro. Já tinha notado antes que me falta essa rotação ao treinar o saque de frente.
Lembrar então:
Levar o ombro direito mais para trás ao fim do toss - suavemente, sem exageros.
Lembrar então:
Levar o ombro direito mais para trás ao fim do toss - suavemente, sem exageros.
domingo, 7 de maio de 2017
Iniciar ataque com FH inside out não é a melhor opção.
Em alguns jogos eu tento iniciar o ataque com um FH I-O (inside out), tentando explorar um BH fraco do adversário. Às vezes funciona, mas talvez exista uma maneira melhor, com FH cruzado.
1) Durante um jogo, é mais frequente ter chance de cruzar um bom FH do que mandar um bom I-O.
2) Se o I-O não for agressivo, fico vulnerável, com a quadra aberta. Especialmente se o oponente for capaz de produzir um FH I-I (inside-in).
3) A resposta do adversário ao meu FH I-O pode ser:
a) Cruzada, que deve ser respondido na paralela, se eu quiser aproveitar a quadra aberta - um golpe de baixa porcentagem se for de BH e de média se for FH I-I.
b) Paralela, forçando meu deslocamento, o que não é bom pois minha resposta cruzada não vai ser agressiva.
c) A quadra adversária fica aberta no lado do FH, facilitando a defesa.
4) Iniciando o ataque com um bom FH cruzado, a resposta do adversário pode ser:
a) Cruzada, que dá para ser atacada com um FH paralelo na quadra aberta, um golpe que eu gosto.
b) Paralela, que dá para ser defendida com um BH slice sidespin cruzado, outra bola de alta porcentagem.
c) A quadra adversária fica aberta do lado do BH, dificultando a defesa.
Imaginando o contrário, minha defesa contra um bom FH cruzado é responder com um FH cruzado e alto/profundo, dando tempo para reposicionar.
1) Durante um jogo, é mais frequente ter chance de cruzar um bom FH do que mandar um bom I-O.
2) Se o I-O não for agressivo, fico vulnerável, com a quadra aberta. Especialmente se o oponente for capaz de produzir um FH I-I (inside-in).
3) A resposta do adversário ao meu FH I-O pode ser:
a) Cruzada, que deve ser respondido na paralela, se eu quiser aproveitar a quadra aberta - um golpe de baixa porcentagem se for de BH e de média se for FH I-I.
b) Paralela, forçando meu deslocamento, o que não é bom pois minha resposta cruzada não vai ser agressiva.
c) A quadra adversária fica aberta no lado do FH, facilitando a defesa.
4) Iniciando o ataque com um bom FH cruzado, a resposta do adversário pode ser:
a) Cruzada, que dá para ser atacada com um FH paralelo na quadra aberta, um golpe que eu gosto.
b) Paralela, que dá para ser defendida com um BH slice sidespin cruzado, outra bola de alta porcentagem.
c) A quadra adversária fica aberta do lado do BH, dificultando a defesa.
Imaginando o contrário, minha defesa contra um bom FH cruzado é responder com um FH cruzado e alto/profundo, dando tempo para reposicionar.
sábado, 6 de maio de 2017
Nova raquete número um e análise tática.
Pure Drive nova. Joguei muito bem hoje.
Saque P80 entrando com boa velocidade, pouquíssimas duplas faltas.
FH com bom controle, BH slice agressivo - inclusive aquele com sidespin.
O que eu planejei no post anterior é factível: saque deuce slice aberto ou FH cruzado profundo seguido de bola na quadra aberta usando meus preferidos (BH slice sidespin ou FH topspin na paralela).
Saque P80 entrando com boa velocidade, pouquíssimas duplas faltas.
FH com bom controle, BH slice agressivo - inclusive aquele com sidespin.
O que eu planejei no post anterior é factível: saque deuce slice aberto ou FH cruzado profundo seguido de bola na quadra aberta usando meus preferidos (BH slice sidespin ou FH topspin na paralela).
Implementando uma política de alta porcentagem para o jogo de base.
Essa analogia tirei de algum lugar, não me lembro.
Você está acostumado a dirigir seu carro a uma velocidade de até 80 km/h numa estrada sinuosa. Nessa velocidade, você se sente confortável e o risco de acidentes é bem baixo. Agora imagine que por algum motivo precise dirigir a 290 km/h. Em pouquíssimo tempo haveria acidente.
A mesma coisa acontece ao trocar bolas de fundo. A velocidade dos golpes para ainda manter uma margem de segurança pode ser bem mais baixa do que você imagina. Olhe no espelho. Vê Pete Sampras?
Juntando meus golpes de alta porcentagem.
O FH cruzado não costuma ser muito angulado ou profundo, mas é um golpe com mais margem (rede baixa, mais quadra). Vendo que consegui colocá-lo bem e a resposta veio curta:
1) Se a resposta vier no BH, mandar slice BH cruzado para quadra aberta com sidespin.
2) Se vier no FH, mandar FH topspin paralelo na quadra aberta.
3) Subir na rede.
Você está acostumado a dirigir seu carro a uma velocidade de até 80 km/h numa estrada sinuosa. Nessa velocidade, você se sente confortável e o risco de acidentes é bem baixo. Agora imagine que por algum motivo precise dirigir a 290 km/h. Em pouquíssimo tempo haveria acidente.
A mesma coisa acontece ao trocar bolas de fundo. A velocidade dos golpes para ainda manter uma margem de segurança pode ser bem mais baixa do que você imagina. Olhe no espelho. Vê Pete Sampras?
Juntando meus golpes de alta porcentagem.
O FH cruzado não costuma ser muito angulado ou profundo, mas é um golpe com mais margem (rede baixa, mais quadra). Vendo que consegui colocá-lo bem e a resposta veio curta:
1) Se a resposta vier no BH, mandar slice BH cruzado para quadra aberta com sidespin.
2) Se vier no FH, mandar FH topspin paralelo na quadra aberta.
3) Subir na rede.
quinta-feira, 20 de abril de 2017
Implementando uma política para o saque
Definições:
- Primeiro serviço para ace (Pace): chapado, preferencialmente no T.
Porcentagem estimada de saque válido (chute): 30% (1 em 3).
- Primeiro serviço 80% (P80): saque um pouco mais arriscado, pode ser slice aberto deuce, slice fechado ad, kick aberto ad, chapado controlado ou um segundo serviço um pouco mais veloz.
Porcentagem estimada: 60% (2 em 3).
- Segundo serviço (SS): slice/kick de alta porcentagem, no centro do box.
Porcentagem estimada: 80 a 90% (4 em 5).
Estratégias:
Primeiro serviço do game: P80
Devo arriscar um Pace apenas se estiver à frente no placar, nunca em iguais ou primeiro serviço.
Não devo usar Pace se o SS estiver sendo atacado. No caso, usar o P80.
Exemplos:
P80 - 15/0 - Pace - 15/15 - P80 - 30/15 - Pace - 30/30 - P80.....
Estimativa de dupla falta (DF):
DF usando só Pace + SS = errar o Pace e errar SS = 2/3 x 1/5 = 2/15
Digamos que jogue dois sets com 10 games cada, devo sacar no mínimo 10 games x 4 = 40 (este número é maior pois teria que ganhar todos os pontos), sendo estimadas cerca de 5 ou 6 DFs.
DF usando só P80 + SS = 1/3 x 1/5 = 1/15, sendo estimadas 2 ou 3 DFs.
DF mesclando Pace/P80 + SS = 1,5/15 com DF estimada em 4.
Ainda uma advertência: estas estimativas implicam em eventos isolados e não é o que parece ocorrer pois após uma tentativa de ace, o segundo serviço costuma piorar (pelo menos para mim). Uma teoria é que se dou um primeiro saque parecido com o SS, aquele funciona como treino para este. Portanto, a estimativa real de DF para Pace direto + SS é maior que 6 por jogo, um número muito elevado.
Conclusão:
Seguindo a nova política para o saque, haveria uma mescla de Pace e P80, atingindo um percentual de acerto de primeiro serviço de 50%, com DF estimada em 4 (talvez 5) por jogo. Não é ainda o ideal mas funciona como um incentivo para arriscar um pouco mais no serviço. O ideal é treinar mais o Pace e melhorar o percentual de acerto do mesmo. Dizem que bons sacadores têm percentual de acerto do primeiro serviço de uns 60-70% (2 em 3).
- Primeiro serviço para ace (Pace): chapado, preferencialmente no T.
Porcentagem estimada de saque válido (chute): 30% (1 em 3).
- Primeiro serviço 80% (P80): saque um pouco mais arriscado, pode ser slice aberto deuce, slice fechado ad, kick aberto ad, chapado controlado ou um segundo serviço um pouco mais veloz.
Porcentagem estimada: 60% (2 em 3).
- Segundo serviço (SS): slice/kick de alta porcentagem, no centro do box.
Porcentagem estimada: 80 a 90% (4 em 5).
Estratégias:
Primeiro serviço do game: P80
Devo arriscar um Pace apenas se estiver à frente no placar, nunca em iguais ou primeiro serviço.
Não devo usar Pace se o SS estiver sendo atacado. No caso, usar o P80.
Exemplos:
P80 - 15/0 - Pace - 15/15 - P80 - 30/15 - Pace - 30/30 - P80.....
Estimativa de dupla falta (DF):
DF usando só Pace + SS = errar o Pace e errar SS = 2/3 x 1/5 = 2/15
Digamos que jogue dois sets com 10 games cada, devo sacar no mínimo 10 games x 4 = 40 (este número é maior pois teria que ganhar todos os pontos), sendo estimadas cerca de 5 ou 6 DFs.
DF usando só P80 + SS = 1/3 x 1/5 = 1/15, sendo estimadas 2 ou 3 DFs.
DF mesclando Pace/P80 + SS = 1,5/15 com DF estimada em 4.
Ainda uma advertência: estas estimativas implicam em eventos isolados e não é o que parece ocorrer pois após uma tentativa de ace, o segundo serviço costuma piorar (pelo menos para mim). Uma teoria é que se dou um primeiro saque parecido com o SS, aquele funciona como treino para este. Portanto, a estimativa real de DF para Pace direto + SS é maior que 6 por jogo, um número muito elevado.
Conclusão:
Seguindo a nova política para o saque, haveria uma mescla de Pace e P80, atingindo um percentual de acerto de primeiro serviço de 50%, com DF estimada em 4 (talvez 5) por jogo. Não é ainda o ideal mas funciona como um incentivo para arriscar um pouco mais no serviço. O ideal é treinar mais o Pace e melhorar o percentual de acerto do mesmo. Dizem que bons sacadores têm percentual de acerto do primeiro serviço de uns 60-70% (2 em 3).
sexta-feira, 7 de abril de 2017
Analogia entre o saque e o FH
Mark Papas dizia sobre o saque: "the forehand hit above your head". Creio que exista alguma semelhança, pois ambos funcionam como um arremesso da raquete para frente, utilizando como pivot de aceleração o cotovelo.
Ao sacar no estilo Wawrinka, pelo menos para mim, o movimento do cotovelo é mais limpo e o braço não fica encolhido e de difícil aceleração. Em relação ao FH, tenho o costume de deixar o cotovelo direito muito junto ao corpo e apontado para baixo, dificultando a aceleração da raquete.
Devo apontá-lo mais para trás (como se estivesse cutucando alguém) e mantê-lo afastado do corpo.
Berdych:
Kyrgios, um cara com um grande FH:
Ao sacar no estilo Wawrinka, pelo menos para mim, o movimento do cotovelo é mais limpo e o braço não fica encolhido e de difícil aceleração. Em relação ao FH, tenho o costume de deixar o cotovelo direito muito junto ao corpo e apontado para baixo, dificultando a aceleração da raquete.
Devo apontá-lo mais para trás (como se estivesse cutucando alguém) e mantê-lo afastado do corpo.
Berdych:
Kyrgios, um cara com um grande FH:
terça-feira, 4 de abril de 2017
Porque não pensei nisso antes?
Chip and charge. Uma jogada clássica do tênis e que ainda funciona - Federer utiliza de vez em quando, aproveitando que tem um slice eficaz e um bom jogo de rede.
Eu não tenho um bom voleio nem smash, mas tenho um BH slice razoável e meus adversários também não são muito perigosos (se comparados com os do Federer...). No caso, isso se aplica muito bem ao segundo serviço, que costuma ser deficiente e atacável.
A jogada é a seguinte: atacar o segundo serviço, devolvendo com BH slice agressivo na paralela (de preferência quicando no fundo) e subir à rede para o voleio.
Eu não tenho um bom voleio nem smash, mas tenho um BH slice razoável e meus adversários também não são muito perigosos (se comparados com os do Federer...). No caso, isso se aplica muito bem ao segundo serviço, que costuma ser deficiente e atacável.
A jogada é a seguinte: atacar o segundo serviço, devolvendo com BH slice agressivo na paralela (de preferência quicando no fundo) e subir à rede para o voleio.
domingo, 2 de abril de 2017
Nunca baixe a guarda.
O último super tie breaker que joguei foi péssimo - para mim, que perdi (1/10). Desconfio que esse placar se deve, pelo menos em parte, ao fato de ter ficado muito relaxado depois de vencer o segundo set, quando a expectativa inicial era de perder em sets diretos, tentando escapar do pneu.
Acabei jogando os primeiros pontos descuidado, sendo que um deles perdi ao tentar um slice um pouco mais agressivo (para quê? bota em quadra!). E abrindo uma boa vantagem, meu adversário ficou mais confiante e fechou o jogo tranquilo.
Mas é isso. Fiquei aliviado ao vencer um set e me dei por satisfeito. E no fundo foi uma derrota que não me aborreceu pois joguei relativamente bem. Só que se eu quiser ganhar a próxima de um oponente deste nível, não posso nunca baixar a guarda.
Acabei jogando os primeiros pontos descuidado, sendo que um deles perdi ao tentar um slice um pouco mais agressivo (para quê? bota em quadra!). E abrindo uma boa vantagem, meu adversário ficou mais confiante e fechou o jogo tranquilo.
Mas é isso. Fiquei aliviado ao vencer um set e me dei por satisfeito. E no fundo foi uma derrota que não me aborreceu pois joguei relativamente bem. Só que se eu quiser ganhar a próxima de um oponente deste nível, não posso nunca baixar a guarda.
terça-feira, 28 de março de 2017
O que estou tentando mudar no FH
O que o FH do Agassi, do Sampras e do B. Agut tem em comum? A primeira vista, quase nada, são jogadores de estilos diferentes. Eu mesmo nunca tinha reparado elementos comuns entre eles.
1) Olhando os videos dos golpes e lendo a respeito, o que percebi foi primeiramente que o grip é praticamente o mesmo (eastern/semiwestern), ou seja, bem conservador se comparado com a maioria dos jogadores atuais.
2) No fim do backswing, não existe o "pat the dog", momento em que a face da raquete fica paralela ao solo. O "pat" é bem evidente no FH do Federer, por exemplo.
3) A terminação do FH é sempre alta, na altura do ombro.
1) Olhando os videos dos golpes e lendo a respeito, o que percebi foi primeiramente que o grip é praticamente o mesmo (eastern/semiwestern), ou seja, bem conservador se comparado com a maioria dos jogadores atuais.
2) No fim do backswing, não existe o "pat the dog", momento em que a face da raquete fica paralela ao solo. O "pat" é bem evidente no FH do Federer, por exemplo.
3) A terminação do FH é sempre alta, na altura do ombro.
Meu FH sempre teve os dois primeiros elementos. A impressão é que o que falta agora é implementar a terminação alta ao invés do meu tradicional "windshield wiper" com terminação para baixo - esse golpe até pode ser executado, mas não deve ser o padrão.
O que tenho sentido de diferença entre as terminações ao testá-las esses dias é que a terminação alta dá um contato mais sólido com a bola e é mais fácil gerar spin com controle. Mas isso é muito incipiente. Ao longo das próximas semanas veremos se é só uma teoria bonitinha ou se realmente é o que falta para melhorar o FH.
Sampras, Agassi, B. Agut. Se eu tiver um FH que ao menos se pareça um pouco com qualquer de um deles, já estarei satisfeito.
quarta-feira, 8 de março de 2017
Análise do jogo de CH
Atualmente meu parceiro de treino mais constante durante a semana é o CH, mais novo do que eu e bem mais forte. A desvantagem dele é que começou tarde a praticar tênis e alguns golpes não são naturais, especialmente o BH. Mas tem evoluído bastante.
Pontos fortes: o FH é bem consistente e agressivo e, como é rápido, defende-se bem no fundo de quadra. Atualmente consegue bons ângulos perto da rede.
Pontos fracos: tem dificuldade em devolver bolas altas no FH e o BH é muito incerto. Mesmo o slice BH não é muito consistente.
-/-
Ultimamente tenho melhorado meu BH topspin. Tenho percebido que ele sai melhor com joelhos mais fletidos (ajuda a entrar por baixo da bola), com ponto de contato um pouco mais à frente e, na preparação, puxando a raquete em pé e com a face mais "fechada".
-/-
FH. Pedi para que me filmassem novamente jogando tênis. Percebo que meu ombro direito se eleva de forma estranha no fim do golpe, parece errado. Não sei direito o que preciso corrigir. Hoje mesmo vi outro aluno jogando com o mesmo "problema" de elevação do ombro dominante no FH. Do outro lado da rede estava o professor e ele nitidamente mantinha o ombro baixo durante todo golpe (até mais baixo que o não dominante).
-/-
Para sacar chapado com a Pure Drive: experimentar uma empunhadura apenas ligeiramente mais curta (mão mais longe da extremidade do cabo). A pronação do antebraço parece mais fácil.
Pontos fortes: o FH é bem consistente e agressivo e, como é rápido, defende-se bem no fundo de quadra. Atualmente consegue bons ângulos perto da rede.
Pontos fracos: tem dificuldade em devolver bolas altas no FH e o BH é muito incerto. Mesmo o slice BH não é muito consistente.
-/-
Ultimamente tenho melhorado meu BH topspin. Tenho percebido que ele sai melhor com joelhos mais fletidos (ajuda a entrar por baixo da bola), com ponto de contato um pouco mais à frente e, na preparação, puxando a raquete em pé e com a face mais "fechada".
-/-
FH. Pedi para que me filmassem novamente jogando tênis. Percebo que meu ombro direito se eleva de forma estranha no fim do golpe, parece errado. Não sei direito o que preciso corrigir. Hoje mesmo vi outro aluno jogando com o mesmo "problema" de elevação do ombro dominante no FH. Do outro lado da rede estava o professor e ele nitidamente mantinha o ombro baixo durante todo golpe (até mais baixo que o não dominante).
-/-
Para sacar chapado com a Pure Drive: experimentar uma empunhadura apenas ligeiramente mais curta (mão mais longe da extremidade do cabo). A pronação do antebraço parece mais fácil.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
Confie no seu jogo e solte o braço
Treinei hoje na academia com Rod e T.G., usando a Pure Drive. Aliás, tenho usado essa raquete há algumas semanas como primeira opção. Joguei particularmente bem. Consegui até winner de BH topspin, batido com velocidade e precisão.
Acho que é isso. Tenho os fundamentos mas preciso confiar mais nos golpes que já tenho. Sem confiança e batendo com o braço duro, a bola não anda, não pega spin e não há controle. Devo aceitar que errarei um pouco mais por acelerar o jogo, mas é o único jeito de evoluir.
Outra coisa para pensar: se já tenho os fundamentos, porque continuo errando bolas que não deveria? Além da confiança, preciso melhorar a escolha do golpe (intimamente ligado a um julgamento mais rápido da bola que se aproxima - onde vai pingar, com qual spin e a que altura e velocidade) e o posicionamento. Tenho um péssimo hábito de bater a bola e ficar olhando, ao invés de recuperar a posição em quadra.
Acho que é isso. Tenho os fundamentos mas preciso confiar mais nos golpes que já tenho. Sem confiança e batendo com o braço duro, a bola não anda, não pega spin e não há controle. Devo aceitar que errarei um pouco mais por acelerar o jogo, mas é o único jeito de evoluir.
Outra coisa para pensar: se já tenho os fundamentos, porque continuo errando bolas que não deveria? Além da confiança, preciso melhorar a escolha do golpe (intimamente ligado a um julgamento mais rápido da bola que se aproxima - onde vai pingar, com qual spin e a que altura e velocidade) e o posicionamento. Tenho um péssimo hábito de bater a bola e ficar olhando, ao invés de recuperar a posição em quadra.
sábado, 11 de fevereiro de 2017
Cheguei ao meu limite?
Joguei hoje com Doc, vitória dele 3/6, 6/4, 7/6. Não acho que joguei mal. E nos últimos torneios que participei, ganhei os jogos que achei que deveria e perdi para jogadores melhores.
Atualmente tenho o fundamento dos golpes básicos e um condicionamento físico razoável. Sei que ainda me falta uma agressividade maior e um saque um pouco mais consistente (entre outras coisas). Mas valeria o esforço extra para passar para o próximo nível?
Li em algum lugar (acho que foi o Tim Ferris que escreveu) que, para falar o básico de uma língua estrangeira, não é muito difícil. Mas as dificuldades a partir daí aumentam exponencialmente.
Achei:
" To understand 95% of a language and become conversational fluent may require 3 months of applied learning; to reach the 98% threshold could require 10 years. There is a point of diminishing returns where, for most people, it makes more sense to acquire more languages (or other skills) vs. add a 1% improvement per 5 years. "
Para o tênis, acredito que exista regra semelhante. Já estou próximo do meu limite de talento/capacidade física. Para melhorar, eu teria que treinar muito mais e não descuidar do físico por bastante tempo. Vale a pena? Terei a disposição para tanto? Por que não simplesmente curtir o meu nível de tênis atual?
Atualmente tenho o fundamento dos golpes básicos e um condicionamento físico razoável. Sei que ainda me falta uma agressividade maior e um saque um pouco mais consistente (entre outras coisas). Mas valeria o esforço extra para passar para o próximo nível?
Li em algum lugar (acho que foi o Tim Ferris que escreveu) que, para falar o básico de uma língua estrangeira, não é muito difícil. Mas as dificuldades a partir daí aumentam exponencialmente.
Achei:
" To understand 95% of a language and become conversational fluent may require 3 months of applied learning; to reach the 98% threshold could require 10 years. There is a point of diminishing returns where, for most people, it makes more sense to acquire more languages (or other skills) vs. add a 1% improvement per 5 years. "
Para o tênis, acredito que exista regra semelhante. Já estou próximo do meu limite de talento/capacidade física. Para melhorar, eu teria que treinar muito mais e não descuidar do físico por bastante tempo. Vale a pena? Terei a disposição para tanto? Por que não simplesmente curtir o meu nível de tênis atual?
sábado, 4 de fevereiro de 2017
Mais um lembrete para o saque
Observe a segunda imagem, da esquerda para a direita: o "coice".
Parece um detalhe sem importância, mas esse movimento para trás feito pela perna direita (para destros) dá equilíbrio e é sinal de um movimento de saque bem executado como um todo, com boa transferência confiante do peso do corpo para a bola.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
Considerações rápidas a respeito das cordas
Nunca dei muita bola ou estudei a respeito das cordas que uso para jogar. Mas depois usar vários encordoamentos que me pareceram inadequados, resolvi ler um pouco sobre o assunto.
Assisti também a um vídeo no YouTube (Top Speed Tennis) em que havia várias explicações interessantes.
Um problema recorrente é a sensação de que a raquete/trama de cordas não "amassa" a bolinha e dá um contato muito fugaz. E muitas vezes com perda de potência nos golpes. Fui percebendo que a Pure Drive, por exemplo, aceita encordoamento full poly com tensão "normal" (entre o limite inferior e o meio da recomendada), mas é por que a área da cabeça é maior (100 sq.in) e a trama não muito fechada (16 x 19).
Para jogar com a Six.One, que tem trama fechada (18 x 20) e cabeça menor (95 sq.in), eu devo usar uma corda mais macia (por exemplo multifilamento) e/ou tensões bem mais baixas. Na minha Six.One tem agora uma multifilamento Sensation da Wilson, bem confortável, mas que fica entortando a cada golpe. Preciso experimentar com uma poly a baixa tensão (umas 40 lb). A vantagem da poly é também dar mais spin, por deformar e voltar à posição original.
Assisti também a um vídeo no YouTube (Top Speed Tennis) em que havia várias explicações interessantes.
Um problema recorrente é a sensação de que a raquete/trama de cordas não "amassa" a bolinha e dá um contato muito fugaz. E muitas vezes com perda de potência nos golpes. Fui percebendo que a Pure Drive, por exemplo, aceita encordoamento full poly com tensão "normal" (entre o limite inferior e o meio da recomendada), mas é por que a área da cabeça é maior (100 sq.in) e a trama não muito fechada (16 x 19).
Para jogar com a Six.One, que tem trama fechada (18 x 20) e cabeça menor (95 sq.in), eu devo usar uma corda mais macia (por exemplo multifilamento) e/ou tensões bem mais baixas. Na minha Six.One tem agora uma multifilamento Sensation da Wilson, bem confortável, mas que fica entortando a cada golpe. Preciso experimentar com uma poly a baixa tensão (umas 40 lb). A vantagem da poly é também dar mais spin, por deformar e voltar à posição original.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
Pequenos lembretes para mim mesmo
Saque:
Duas posições a observar:
- Braço direito estendido para trás, no meio do toss (imagem 3);
- Braço direito com cotovelo a 90° no fim do toss (imagem 4).
Duas posições a observar:
- Braço direito estendido para trás, no meio do toss (imagem 3);
- Braço direito com cotovelo a 90° no fim do toss (imagem 4).
Devolução de saque:
Ao observar jogos amadores (é só procurar no You Tube por tennis NTRP 3.5), dá para ver que quando o jogador não se move até que a bola quique no quadrado de saque, a devolução é fraca ou nem existe. Os profissionais começam a se mover assim que a bola está sobre a rede e frequentemente já estão com a raquete para trás no momento do quique. É essencial melhorar este tempo de reação.
Observe nas fotos acima o jogador que recebe o saque. Na última imagem (clique para ampliar), dá para ver que a bola ainda não tocou a quadra mas o jogador já percebeu a direção e moveu a raquete.
Meu BH já é tecnicamente bom?
Em meados do ano passado, numa época em que estava infeliz com meu BH, perguntei ao professor o que ele achava que poderia ser melhorado. Disse-me que não via nenhuma falha evidente na minha técnica e que talvez fosse apenas questão de treinar mais e, principalmente, confiar mais no próprio golpe.
Às vezes penso que ele tem razão. Por exemplo, esta semana, ao testar a raquete BLX customizada, bati muito bem o BH topspin. Mas então porque não tenho o mesmo resultado com as outras raquetes (exceto com a Prostaff)?
As raquetes mais pesadas parecem prejudicar a transição entre o backswing e a fase de aceleração da raquete para a frente (quando ocorre a "voltinha" da raquete atrás do corpo).
Atualizando, testei o grip mais curto e preparação com a cabeça da raquete mais alta ao jogar com a Pure Drive. Não deu certo.
Ainda a testar: preparação com a face da raquete mais fechada, punho com maior grau de flexão.
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