quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Confie no seu jogo e solte o braço

  Treinei hoje na academia com Rod e T.G., usando a Pure Drive. Aliás, tenho usado essa raquete há algumas semanas como primeira opção. Joguei particularmente bem. Consegui até winner de BH topspin, batido com velocidade e precisão.

  Acho que é isso. Tenho os fundamentos mas preciso confiar mais nos golpes que já tenho. Sem confiança e batendo com o braço duro, a bola não anda, não pega spin e não há controle. Devo aceitar que errarei um pouco mais por acelerar o jogo, mas é o único jeito de evoluir.

  Outra coisa  para pensar: se já tenho os fundamentos, porque continuo errando bolas que não deveria? Além da confiança, preciso melhorar a escolha do golpe (intimamente ligado a um julgamento mais rápido da bola que se aproxima - onde vai pingar, com qual spin e a que altura e velocidade) e o posicionamento. Tenho um péssimo hábito de bater a bola e ficar olhando, ao invés de recuperar a posição em quadra.


                                                         

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Cheguei ao meu limite?

    Joguei hoje com Doc, vitória dele 3/6, 6/4, 7/6. Não acho que joguei mal. E nos últimos torneios que participei, ganhei os jogos que achei que deveria e perdi para jogadores melhores.

    Atualmente tenho o fundamento dos golpes básicos e um condicionamento físico razoável. Sei que ainda me falta uma agressividade maior e um saque um pouco mais consistente (entre outras coisas). Mas valeria o esforço extra para passar para o próximo nível?

    Li em algum lugar (acho que foi o Tim Ferris que escreveu) que, para falar o básico de uma língua estrangeira, não é muito difícil. Mas as dificuldades a partir daí aumentam exponencialmente.
 
 Achei:

     " To understand 95% of a language and become conversational fluent may require 3 months of applied learning; to reach the 98% threshold could require 10 years. There is a point of diminishing returns where, for most people, it makes more sense to acquire more languages (or other skills) vs. add a 1% improvement per 5 years. "

   Para o tênis, acredito que exista regra semelhante. Já estou próximo do meu limite de talento/capacidade física. Para melhorar, eu teria que treinar muito mais e não descuidar do físico por bastante tempo. Vale a pena? Terei a disposição para tanto? Por que não simplesmente curtir o meu nível de tênis atual?


sábado, 4 de fevereiro de 2017

Mais um lembrete para o saque


 Observe a segunda imagem, da esquerda para a direita: o "coice".

 Parece um detalhe sem importância, mas esse movimento para trás feito pela perna direita (para destros) dá equilíbrio e é sinal de um movimento de saque bem executado como um todo, com boa transferência confiante do peso do corpo para a bola.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

"C'mon!"

 Parabéns Federer! Jogou demais, mereceu o título em Down Under. Não adiantou torcer contra.

Nadal também mandou bem e tem tudo para fazer uma temporada brilhante.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Estão acompanhando o Ausopen?

    Faz tempo que acompanho, pela TV,  o circuito de tênis profissional. Normalmente não torço para ninguém, quero apenas assistir a boas jogadas e observar as técnicas e estratégias da cada um. Mas por algum motivo (nem eu sei bem porquê), às vezes torço contra o Federer.

   Vejamos se me compreendo.

    Sim, Federer é provavelmente o maior tenista de todos os tempos e tem uma técnica impecável em todos os golpes. Sim, admiro muito a capacidade dele de lidar com a pressão e conseguir resultados. E de vez em quando vejo jogos antigos dele para aprender e apreciar. Mas aí, justamente nestes vídeos, fico vendo umas discussões sobre quem é o melhor tenista e aí vejo um desfile de baboseiras repetitivas sobre "Nadal baloeiro, empurrador de bola", "Djokovic falso e antipático", "domínio de fulano em uma Era fraca do tênis", "a chatice do tênis maratona", etc...E os fãs do Federer são bem irritantes. E as vitórias dele só aumentam o problema.

     Federer normalmente se comporta bem em quadra, não quebra raquete, não xinga. Mas tem um"c´mon" bradado com um tom meio arrogantão e no jogo do Nishikori ficou irritado como uma mocinha mimada devido ao "medical time out" - deu raquetada no lixo da bancada, jogou garrafinha de água para trás. Não parece uma atitude madura, não se espera isso de um cara tão experiente.

    Outra coisa que me irrita é ver a Mirka na arquibancada. Não a conheço e posso estar sendo injusto, mas ela parece chata além da conta. E quando Federer vence, ela volta na outra rodada para assistir...

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Wilson Six.One antiga e a dificuldade para trocar bolas velozes

  Treinei ontem com a Six.One antiga e novamente percebi como tenho dificuldade de gerar potência com ela quando jogo com alguém que bate forte - estou sempre um pouco atrasado e a aceleração da raquete é mais lenta. No caso, fiquei trocando cruzadas com meu professor.


                                                                     Six.One antiga

  Consigo jogar com essa raquete contra meus oponentes de fim de semana, de golpes mais lentos - Doc, Leo. Mas durante as aulas, quando enfrento Rod (grande OHBH) e o rebatedor Lin (FH nível primeira classe), percebo que tenho melhor resultado com a Pure Drive.
 
   Ainda ontem, aqueci com a Yonex DR98, sem o chumbo extra do treino anterior. Um lembrete para mim, quando utilizá-la: no FH, o sweetspot parece mais perto do cabo do que nas outras raquetes.


sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Considerações rápidas a respeito das cordas

    Nunca dei muita bola ou estudei a respeito das cordas que uso para jogar. Mas depois usar vários encordoamentos que me pareceram inadequados, resolvi ler um pouco sobre o assunto.
    Assisti também a um vídeo no YouTube (Top Speed Tennis) em que havia várias explicações interessantes.

   Um problema recorrente é a sensação de que a raquete/trama de cordas não "amassa" a bolinha e dá um contato muito fugaz. E muitas vezes com perda de potência nos golpes. Fui percebendo que a Pure Drive, por exemplo, aceita encordoamento full poly com tensão "normal" (entre o limite inferior e o meio da recomendada), mas é por que a área da cabeça é maior (100 sq.in) e a trama não muito fechada (16 x 19).

   Para jogar com a Six.One, que tem trama fechada (18 x 20) e cabeça menor (95 sq.in), eu devo usar uma corda mais macia (por exemplo multifilamento) e/ou tensões bem mais baixas. Na minha Six.One tem agora uma multifilamento Sensation da Wilson, bem confortável, mas que fica entortando a cada golpe. Preciso experimentar com uma poly a baixa tensão (umas 40 lb). A vantagem da poly é também dar mais spin, por deformar e voltar à posição original.